Os caminhões elétricos já recebem um aumento de peso, de 2 mil libras, podendo transitar com peso total de 82 mil libras.
As 80 mil libras equivalem a 36,2 toneladas de peso bruto total combinado em uma carreta de cinco eixos. 82 mil libras já garantem um PBTC de 37,2 toneladas.
Com as 91 mil libras propostas, o peso máximo seria de 41,3 toneladas de PBTC.
Entidades e caminhoneiros são contrários à proposta. Especialmente por questões ligadas à segurança viária, mas também por conta de uma possível redução média no valor do frete por tonelada.
Para os caminhoneiros, os caminhões atuais são projetados para operarem com os limites de peso atuais, e o aumento de peso pode sobrecarregar os sistemas de freio, suspensão e outros, podendo ocasionar acidentes graves.
Outra questão levantada é que os caminhões mais pesados poderão comprometer a qualidade das rodovias, acelerando o desgaste do pavimento.
O sindicalista Kim Quick, que é ex-caminhoneiro, diz que o projeto é uma forma das transportadoras ganharem mais dinheiro, reduzindo as contratações de caminhoneiros e compra de caminhões.
Apesar do esforço dos caminhoneiros, o projeto ainda não foi pautado pelo Congresso dos Estados Unidos, e não tem previsão de ser votado.
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