A Mercedes-Benz mantem um imponente museu em Stuttgart, capital do estado de Baden-Württemberg no sudoeste da Alemanha, que fascina os visitantes com centenas de veículos em exposição. Entre tantas joias, há espaço para diversos caminhões, dentro da galeria conhecida como “Galeria das Cargas”.
Uma das curiosidades do local é a instalação de um grande caminhão cegonha, carregado, que quase encosta no teto do quinto andar do museu. Trata-se de um Mercedes-Benz 1624, que pesa, vazio, sete toneladas.
Mas como que o caminhão foi colocado lá em cima? Além de uma construção altamente reforçada, com muito aço e concreto, o museu conta com um elevador de cargas centralizado, e grandes portas, que permitem a movimentação de veículos com até 20 toneladas.
Junto com o caminhão cegonha estão outras quatro preciosidades, formando uma das poucas instalações compostas do museu. A carroceria cegonha ostenta quatro automóveis da Mercedes-Benz, sendo um Mercedes-Benz 230 E e um 280 CE da série 123, além de 380 SEL e um 500 SEC da série 126, sendo sedã e um cupê.
O caminhão em questão, o 1624, é um modelo da nova geração, ou NG (Neuen Generation), apresentada em 1973. A produção seguiu até 1988. Esse caminhão conta com um motor diesel de 12,8 litros, com 240 cavalos de potência, e nessa versão, contava com um reboque, para o transporte de mais seis automóveis.
A carroceria usa um sistema híbrido para elevação e rebaixamento das plataformas de carga, permitindo o carregamento dos automóveis, com eletricidade e sistema hidráulico trabalhando juntos, além de um sistema de cabos e polias. Hoje, praticamente todos os transportadores de automóveis usam sistemas hidráulicos nas plataformas de carga.
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