Vistoria periódica para veículos com mais de cinco anos é aprovada por comissão da Câmara dos Deputados

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou em dezembro proposta que estabelece a vistoria veicular periódica para veículos com mais de cinco anos de fabricação, com intervalos a serem definidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
O texto também inclui no Código de Trânsito Brasileiro a exigência da inspeção em situações como transferência de propriedade, recuperação de veículo roubado e suspeita de clonagem.
Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em eventos específicos, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran.
A proposta muda esse cenário ao integrar a verificação de itens de segurança com o controle de emissão de poluentes e ruído — uma fiscalização que hoje acontece de forma esporádica, principalmente em blitzes.
A comissão aprovou um substitutivo do relator, deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP), ao Projeto de Lei 3507/25, de autoria do deputado Fausto Pinato (PP-SP). Uma das alterações em relação ao texto original é a que limita a inspeção periódica por idade, pois a proposta inicial deixava a definição dos critérios para o Contran.
“A medida evita sobrecarga aos proprietários de veículos novos e seminovos, respeita os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade e compatibiliza essa exigência com a realidade econômica e operacional da frota brasileira”, justificou o relator.
O texto aprovado também torna infração grave a condução de veículo sem a vistoria obrigatória ou com o laudo de reprovação, com aplicação de multa (R$ 195,23) e 5 pontos na CNH e retenção do veículo para regularização.
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Infelizmente fazem da noite para o dia mais um encargo nas costas já tão combalida, então pergunto? O os veículos produzidos nos anos 90 e 2000 recebiam diesel que está bem diferente do atual, então o congresso autorizou mudanças na composição do diesel e agora quer fiscalizar os veículos com combustível incompatível com o qual foi projetado para rodar. Então alguém tem dúvida que vai dar ruim pra nós velhinhos. Quem consegue financiar ou até mesmo pagar uma prestação de financiamento com combo de juros estratosférico e tabela de fretes defasada negativamente e baixa demanda das indústrias sucateadas, aqui tabom pra China, pra nós decadência.
Mais um pepino no rabo do povo… Uma.coisa que presta os cara não inventam.