Na última semana, caminhoneiros fizeram greves em várias regiões do país pedindo a aprovação do projeto. Caso o projeto não fosse aprovado hoje, novas manifestações seriam feitas. A Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas é considerada como a salvação do transporte rodoviário de cargas, visto que os valores de fretes praticados hoje estão defasados em cerca de 30%.
O projeto considera a atualização dos valores do frete a cada semestre, baseados nos preços do diesel, inflação e outros custos inerentes ao transporte. Até que um estudo completo seja feito, os valores a serem pagos deverão ser de R$ 0,70 por quilômetro rodado para cargas a granel e neogranel ( formada por conglomerados homogêneos de mercadorias, de carga geral, sem acondicionamento específico, cujo volume ou quantidade possibilite o transporte em lotes, em um único embarque), R$ 0,90 para cargas de frigorificados e carga perigosa por km rodado. Esses valores são para cada eixo do veículo.
Em frete considerados curtos, de menos de 800 quilômetros, o valor pago deverá ser acrescido de 15% sobre os valores anteriores.
A lei ainda obriga o governo à contratar cooperativas de transportes, priorizando caminhoneiros autônomos, para o transporte de produtos como milho da Conab e outros.
A integra da proposta pode ser lida aqui.
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