Em um país instável economicamente, planejar demais e não ter atitudes estratégicas implementadas com o compromisso de assegurar resultados pode ser fatal para o seu negócio.
Dentro de uma empresa, quando desenhamos um planejamento estratégico, ele funciona normalmente para cinco anos, apesar de que a velocidade da informação e a inovação constante têm feito as empresas pensarem que três anos seria o suficiente.
Anualmente, todo o planejamento deve ser revisado. O Conselho, o CEO e todos os executivos devem ter como características lideranças fortes e ágeis para que o negócio não perca sua velocidade.
Se as atitudes de estratégias não forem executadas e implementadas corre-se, o risco das ideias ficarem apenas no planejamento e, se isso, acontecer, consequentemente o excesso de discussões pode, sim, acarretar em prejuízo para o negócio.
No entanto, chega uma hora em que devemos entender que podemos ir aprimorando e colocando em prática o que foi formulado e, à medida em que forem desenvolvidas as soluções de cada processo, a possibilidade de uma revisão deste plano ser realizada é grande.
Como presidente de conselho, percebo que, muitas vezes, os executivos se sentem inseguros para a tomada de decisões e isso não pode acontecer, o conselho se torna forte quando, dentro do seu papel, analisa, motiva, aprova e acompanha as estratégias. Em outras palavras, as decisões e ações tomadas e validadas devem ser realizadas com prazos devidamente acordados, trazendo eficiência ao desempenho do negócio.
Tarsia Gonzalez, presidente do Conselho de Administração da Transpes
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