Intralogística: 3 tendências para o futuro

por Blog do Caminhoneiro

Num mercado acirrado, a entrega é um fator relevante para o custo final de uma mercadoria e sua pontualidade pode afetar a satisfação do cliente final. Para alcançar esse objetivo de maneira eficiente, é preciso afinar um setor que nem sempre está entre as maiores preocupações das empresas: a intralogística.

“Comparada com a indústria, a intralogística ainda tem muitos gargalos a serem resolvidos no Brasil”, diz Leonardo Araki, diretor da Invent (www.invent.eng.br), companhia especializada no setor. “Um exemplo é a automação. Podemos estimar que, em comparação com a Europa e Estados Unidos, apenas metade das nossas empresas têm processos automatizados nos seus centros de distribuição”, conta. Além do investimento em automação, o especialista destaca outras três tendências da área para 2017:

1 – Centros de distribuição pulverizados
“Dependendo do tipo de operação, a tendência é diminuir o número de mega CDs”, afirma o especialista. A demanda por menor tempo de entrega, redução de custos no transporte e fracionamento maior de pedidos criou a necessidade por centros de distribuição menores e mais bem espalhados ao redor do país – uma iniciativa que se adequa perfeitamente ao crescimento do e-commerce. “Nesses espaços menores, as empresas estão aproveitando para implementar processos mais eficientes, utilizando novas tecnologias de baixo custo”, diz Araki.

2 – Retrofit durante a crise
Mesmo nos grandes galpões logísticos, a ordem é a modernização. Grandes empresas têm aproveitado a diminuição do consumo no atual cenário econômico para avaliar e otimizar processos logísticos internos sem a necessidade de interromper operações. “Temos visto pequenas revitalizações conceituais que melhoram o desempenho e reduzem custos da infraestrutura de intralogística”, conta o diretor da Invent.

3 – Tecnologia na palma da mão
Por mais que a cadeia de logística seja automatizada, diversas tarefas ainda necessitam de suporte humano. Para facilitar o bom desempenho dos funcionários, têm sido instalados uma série de dispositivos que trocam a caneta e papel por uma interface visual que garante mais precisão e menos esforço. “São dispositivos como picking by light e put to light, que trazem benefícios tanto para a empresa quanto para a equipe”, explica Araki.

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