“Primeiro pela política de crédito subsidiado irresponsável por conta do BNDES, que entre 2007 e 2015 expandiu dramaticamente a oferta de crédito a juros subsidiado, incentivando irresponsavelmente a aquisição de caminhões e muita gente que nem era do ramo foi atraída a comprar caminhão. A demanda por transporte de carga minguou e havia um excesso de caminhões na estrada, que continua pela solução adotada pelo governo passado do tabelamento de frete”, disse o executivo.
Para ele, o aumento da frota e a falta de fretes para tantos caminhões causa mais problemas que o preço do diesel. Outro fator impactante no faturamento dos caminhoneiros é a má condição das estradas do país.
“90% das estradas desse país não são pavimentadas, de acordo com a Confederação Nacional de Transportes. Então, não é o diesel o problema efetivo. É a falta de carga e a má condição das estradas brasileiras”, afirmou.
Ele ainda destacou o trabalho da Petrobras para proteger o caminhoneiro das variações do preço do diesel como a criação do Cartão Caminhoneiro Petrobras, para compra antecipada de diesel, e a política de preços da companhia, que acabou com os reajustes diários do valor do diesel. Com informações do Correio Braziliense.
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