Como fica o segmento de logística durante a pandemia?

por Blog do Caminhoneiro

A pandemia do novo coronavírus tem paralisado atividades, interrompido produções, abalado bolsas, transformado rotinas de trabalhos e pressionado a adoção de novos hábitos por parte da população mundial.

Os impactos na logística são diversos e estão atrapalhando muitas indústrias no Brasil e ao redor do mundo. Mas, de acordo com o engenheiro de produção e CEO da Transcota – Logística e Transporte, Felipe Marçal Cota, ainda é nebuloso mensurar o tamanho real do prejuízo, afinal, com o envio de mercadorias comprometido e a diminuição drástica do fluxo de transportadoras, tanto produtores quanto empreendedores saem prejudicados, a exportação cai e o comércio é retraído.

O transporte de cargas é imediatamente afetado em um cenário de pandemia, tendo em vista que a suspensão e redução de área de atuação afeta diretamente nos custos e prazos de entregas, por exemplo. Além disso, simples mudanças no comportamento do consumidor são suficientes para elevar o nível de exigência dos serviços prestados e colocar à prova a eficiência de grandes cadeias de abastecimento. “Durante esse período, alguns clientes tendem a elevar o volume de compras com pedidos maiores, enquanto outros desenvolvem uma maior frequência de compras menores. Tudo isso deve ser avaliado para uma execução assertiva”, explica.

Para Felipe, algumas medidas podem ajudar a minimizar os prejuízos sentidos pelo setor, como otimizar a circulação de veículos e monitorar de perto a entrega dos pedidos. Além disso, os gestores devem se atentar para restrições nos horários de entregas. “Mas a verdade é que, somente com um sistema eficiente de gestão de logística, uma empresa consegue se adequar rapidamente às mudanças bruscas, e inevitáveis, deste novo contexto em que estamos vivendo”, conclui.

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