Apesar da Scania participar desse projeto, ela destaca que o foco principal no médio prazo ainda são os caminhões elétricos, equipados com baterias, que oferecem um tempo de atividade maior e menor custo total de operação quando comparado com os modelos a hidrogênio.
A Cummins vai trabalhar nos veículos até 2024, instalando os tanques de armazenamento de hidrogênio e as células de combustível. Depois de prontos, os 20 caminhões vão operar dentro do projeto HyTrucks, que é administrado pela Air Liquide e pela Autoridade do Porto de Roterdã, na Holanda.
O projeto HyTrucks permitirá que a Scania aprenda ainda mais sobre como instalar sistemas de células de combustível, as operações e a experiência dos clientes.
“Fica claro que os caminhões elétricos a bateria é o que vemos como o caminho principal para todas as aplicações. Dito isso, estamos abertos ao que nossos clientes desejam também em relação a outras soluções, como o hidrogênio. Essa também é uma ótima maneira de fortalecer ainda mais a colaboração da Scania com a Cummins. Em algumas operações e geografias onde os veículos elétricos a bateria não são ideais, vemos que o veículo elétrico a célula de combustível poderá ser usado. Mantemos um diálogo próximo com nossos clientes sobre o que é melhor tanto para sua economia operacional total quanto para nosso planeta”, diz Fredrik Allard, chefe de mobilidade elétrica da Scania.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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