“A escassez de motoristas está em toda parte, sem fim à vista, pois a demanda por transporte rodoviário está aumentando. Além disso, a profissão de motorista de caminhão tem uma população envelhecida”, destacou a IRU, em comunicado publicado em seu site.
Todos os anos, o número de caminhoneiros que se aposentam ou largam a profissão por outros motivos é muito maior do que o número de caminhoneiros que ingressam no setor.
Para os próximos anos, a situação é alarmante. A IRU diz que a escassez de motoristas deve aumentar significativamente nos próximos anos, representando uma grave ameaça à estabilidade e continuidade da mobilidade e das cadeias de suprimentos.
A organização também afirma que algumas mudanças simples poderiam fazer muita diferença, como a redução da idade mínima para obtenção da carteira de motorista profissional, dos atuais 21 anos para 18 anos, além da redução de custos para obtenção do documento, que são considerados altos.
Por fim, a IRU disse que os governos deveriam incentivar as empresas à investirem mais em locais de parada e descanso, além de serem realizados mais investimentos públicos em rodovias e em infraestrutura, garantindo melhores condições de trabalho para os motoristas.
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