Forças Armadas da Suécia compram quase 500 caminhões militares Scania

A Administração Sueca de Material de Defesa realizou o maior pedido de caminhões militares já recebido pela Scania no país. De acordo com comunicado da montadora, as forças armadas da Suécia vão receber 475 caminhões militares pesados, e dentro do contrato há a possibilidade de aquisição de outros 375 caminhões adicionais.
Os caminhões encomendados são modelos do tipo cavalo mecânico, plataformas e roll-on/roll-off, que serão usados para o transporte de blindados, tropas e suprimentos.
“Estamos orgulhosos e honrados que as Forças Armadas Suecas tenham escolhido a Scania como fornecedora para este pedido estrategicamente importante. É claro que é um reconhecimento dos nossos veículos e da nossa capacidade de atender às rigorosas demandas definidas para fins de defesa”, afirma Johan Uhlin, CEO da Scania Suécia.
O pedido faz parte dos esforços de longo prazo das Forças Armadas Suecas para fortalecer suas capacidades logísticas. A Scania é há muito tempo uma parceira confiável das Forças Armadas Suecas e fornece soluções robustas e eficazes que podem operar em todos os tipos de terreno e condições.
“Este é um marco significativo para nossa colaboração de longo prazo com a Administração Sueca de Material de Defesa e as Forças Armadas Suecas e nosso papel como um player líder em soluções de transporte para operações exigentes. A Scania é fornecedora da defesa sueca há mais de 100 anos e contribuiu para uma defesa resiliente. Esses veículos ajudarão as Forças Armadas Suecas a realizar suas extensas missões de uma maneira ainda mais eficiente e flexível”, diz Johan Uhlin.
O pedido inclui 175 caminhões 6×6, com possibilidade de mais 175, além de 300 unidades 4×4, que pode ser ampliado com 200 unidades adicionais. A Scania irá contratar empresas terceirizadas para o fornecimento dos implementos.
Todas as entregas serão realizadas entre 2025 e 2027.
Gryphus
Os caminhões militares produzidos pela Scania são chamados de Gryphus, e atendem às forças armadas de diversos países da Europa. As compras desses modelos foram ampliadas nos últimos anos, especialmente por conta da invasão russa à Ucrânia, que aumentou a tensão geopolítica da região.

