Setor de implementos rodoviários vive bom momento

por Blog do Caminhoneiro

guerra-basculanteDepois de um 2012 sem expressão, o setor de implementos rodoviários aponta, agora em 2013, sinais de recuperação. A produção do setor e fechou o primeiro semestre com crescimento de 5,4% em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo a ANFIR (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviário), os desempenhos de crescimento foram diferentes entre as linhas leve e pesada. Enquanto as vendas de reboques e semirreboques avançaram 30%, os negócios na área de carrocerias sobre chassis diminuíram 5,8%. De qualquer forma, os resultados são bem mais otimistas que a queda registrada no setor no ano passado, batendo perto dos 15% de queda.

Esse movimento deve-se, em grande parte, a uma demanda reprimida dos anos anteriores por causa das incertezas de nossa economia. Como forma de incentivo à compra, o governo baixou a taxa de juros do Finame – que é um dos principais financiamentos utilizados no mercado – a 2,5%, até o final do ano passado, fator este que contribuiu muito para os investimentos na frota, seja em ampliação ou renovação. O reflexo dessa medida foi sentido este ano, na entrega dos equipamentos. Não podemos desconsiderar também o crescimento da nova classe média brasileira, que aumentou muito o consumo.

A nova fase nos traz motivação para seguir em frente e continuar investindo nos pontos que sustentam um negócio saudável nessa área: qualidade premium, inovação, capacidade de desenvolver projetos taylor made e assim atender de forma diferenciada cada cliente, sem perder o foco na capacitação de nosso capital humano e mantermos uma boa saúde financeira, sempre com zero ou baixíssimo nível de endividamento.

Muitos apostam que este ano fecha com um resultado positivo no setor de 10%, em relação ao ano anterior. Confiante na relação com o mercado, como dirigente de uma empresa do setor, tenho concentrado esforço em ampliar a oferta de produtos, manter nosso ótimo atendimento e administrar a relação com cada cliente, de forma a buscar fidelização. O cliente quer o melhor projeto, que sejamos capazes de fazer “mais” por “menos”, sem comprometer prazo ou qualidade.

É preciso ampliar a oferta e a capacidade produtiva passo a passo. Mantendo qualidade, estreitando parcerias e respeitando prazos. Pensar nas melhores soluções, empregar todo o conhecimento adquirido com anos de experiência e investir na motivação e reconhecimento do time profissional.

Texto de Anacélia Panzan

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2 comentários

Alex Gomes Tinoco 22/10/2013 - 11:30

muito legal esta pagina

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