CASE lança primeira carregadeira compacta nacional do mercado na Agrishow 2017

por Blog do Caminhoneiro

A retroescavadeira da Case Construction Equipment, há 50 anos no Brasil e uma das líderes em todo esse período, ganhou a versão carregadeira compacta: a primeira nacional, fabricada na unidade de Contagem (MG), e que será exibida pela primeira vez na Agrishow 2017, em Ribeirão Preto (SP).

A novidade vem atender uma demanda por máquinas de construção de pequeno porte com as vantagens do produto nacional, como preço independente das oscilações cambiais, maior possibilidade de financiamento, o Finame, além dos benefícios do incremento à industrial local. O novo modelo vai atender o mercado nacional e demais países da América Latina.

A 580N versão carregadeira nasce ainda com mais uma vantagem: foi desenvolvida a partir de um produto nacional que possui o recorde de vendas (30 mil unidades) entre todos os modelos de máquinas de construção: a retroescavadeira 580.

“O mercado de máquinas minis e compactas cresceu muito até três anos atrás, mas declinou com a valorização do dólar e a crise econômica. Em períodos de pouco investimento, o empresário acaba comprando o equipamento de médio porte, de maior versatilidade, embora nem sempre o mais adequado em determinas aplicações”, comenta o vice-presidente da CASE para a América Latina, Roque Reis.

Com a 580N versão carregadeira a CASE traz uma solução para o segmento de mini e compactos, já que o lançamento da marca é o único nacional. “O mercado de compactos tem futuro e a nacionalização vai aumentar as vendas”, afirma.

Por que uma versão carregadeira

A retroescavadeira foi a primeira máquina de construção criada no mundo, pela CASE há 55 anos, e é a mais versátil. Tem duas frentes de trabalho: uma caçamba na parte dianteira e um conjunto de braço e pá para escavação na traseira.

Na versão carregadeira compacta, a eficiência para trabalhar como pá-carregadeira é maior, pois no lugar do conjunto traseiro há um contra-peso. “Ela se desloca com mais estabilidade e velocidade, e é mais fácil de manobrar porque o comprimento é menor. Ou seja, na aplicação como carregadeira compacta há um ganho de produtividade e investimento”, garante o gerente de Marketing Carlos França.

As principais aplicações do modelo estão na construção civil (carregamento de materiais, pallets), indústria e agronegócio (no confinamento de gado e transporte de insumos e outros materiais).

Configurações

A carregadeira compacta 580N tem motor FPT MAR-I / Tier 3 com 79 hp de potência líquida e peso operacional de 7.553 kg. Na comparação entre modelos da marca, a carregadeira compacta é um modelo intermediário entre a menor pá-carregadeira CASE, a W20E, com motor com 152 hp de potência líquida e peso operacional de 10.089 kg, e a maior minicarregadeira, a SV300, com potência líquida de 84 hp e peso operacional de 3.765 kg, explica França.

Assim como a 580 Série N, a versão carregadeira compacta foi projetada para oferecer resultados como elevada capacidade produtiva, conforto, baixo consumo e facilidade na manutenção. A caçamba padrão tem capacidade de levantamento de 3.086 kgf e volume de 1 m³.

A operação dos comandos do implemento está concentrada numa única alavanca. Há ainda a opção de caçamba 4 em 1, que assegura a facilidade operacional e com ela pode-se laminar, carregar, agarrar, nivelar, escavar e espalhar material. A caçamba 4 em 1 tem volume de 0,8 m³ e capacidade de levantamento de 2.930 kgf. Ela é equipada com dois cilindros que movimentam a parte frontal, acionado por um botão proporcional integrado à alavanca de controle da carregadeira, que dá ao operador total domínio da velocidade de abertura/fechamento do implemento.

O modelo tem ainda transmissão Powershift S-Type, com a qual o operador seleciona a marcha ao girar uma alavanca na coluna de direção, eliminando a troca de marcha manual. Traz ainda a função kick-down, que permite redução de marcha de segunda para primeira ao pressionar um botão na mesma alavanca que faz a seleção de marcha ou na alavanca de controle da carregadeira, à escolha do operador.

“No manuseio de material empilhado, por exemplo, essa função é bastante utilizada e traz muito mais conforto de operação”, explica. Segundo França, outra função importante da transmissão é o ajuste da sensibilidade da modulação F/N/R (frente/neutro/ré), tornando-a mais suave ou mais rá- pida. A seleção também é facilmente realizada com dois botões e um display digital no painel de instrumentos. O modelo, que tem opções de cabine fechada ou aberta, também é equipado com sistema de filtragem de ar com Venturi na linha de exaustão, o que garante aumento do intervalo de troca de filtro. O novo freio de estacionamento aplicado por mola e liberado hidraulicamente (SAHR) pode ser acionado por botão, garantindo uma operação mais cômoda e segura.

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