16 estados ainda registram pontos de manifestação de caminhoneiros




A paralisação dos caminhoneiros chega ao 10º dia, com pelo menos 16 estados mantendo pontos de paralisação dos motoristas. Iniciada na semana passada, a greve de caminhoneiros se tornou um dos maiores movimentos que o país já viu, com milhares de caminhões parados contra a política de preços dos combustíveis da Petrobras.

Os protestos acontecem agora nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo.

Após o anúncio de domingo, o governo esperava que o movimento dos caminhoneiros acabasse em todo o Brasil, mas não foi isso que aconteceu. As paralisações ainda ocorrem, e muitos caminhoneiros se negama voltar para a estrada, dizendo que o acordo das entidades com o governo não foi suficiente.

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O anúncio do presidente Michel Temer contempla quatro medidas principais: redução de R$ 0,46 no diesel até dezembro e congelamento de preços na Petrobras por 60 dias; extinção da cobrança de eixo suspenso em pedágios de todo o país; aprovação da lei do tabela de frete mínimo; e colocação de 30% das cargas da Conab à disposição dos caminhoneiros autônomos.

A PRF e o Exército tem agido para escoltar caminhões das refinarias para os postos, para iniciar o reabastecimento de combustível em muitas cidades do Brasil.

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De acordo com os motoristas, não há previsão do fim do movimento, que só acabará quando os impostos dos combustíveis, diesel, gasolina e etanol, forem retirados.




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