Auditores flagram 12 trabalhadores em regime de escravidão obra na rodovia Raposo Tavares

por Blog do Caminhoneiro

Auditores da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho, do Ministério da Economia, resgataram nesta segunda-feira (12) um grupo de 12 trabalhadores que atuavam em uma obra na rodovia Raposo Tavares, em Sorocaba. Os operários não recebiam salários há dois meses e estavam em um alojamento em condições precárias no município de Angatuba, na região de Itapetininga, em São Paulo.

Os trabalhadores foram contratados pelo consórcio SP-270, que era responsável pelas obras de duplicação da rodovia. Os empregados vieram dos estados de Tocantins, Bahia e Piauí.

De acordo com a fiscalização, o alojamento estava sem colchões e não havia espaço adequado para refeições e necessidades básicas. O empregador também não oferecia alimentos em quantidade suficiente para os 12 trabalhadores.

Depois de constatada a situação e do resgate, os empregados foram encaminhados para hotéis de Angatuba. A conta será paga pelo consórcio SP-270, que se comprometeu a arcar com as verbas rescisórias e o retorno dos trabalhadores aos seus locais de origem. Representantes da empresa ainda comparecerão à Agência do Trabalhador de Sorocaba.

Nos próximos dias, serão calculados os valores devidos aos trabalhadores. Os funcionários resgatados têm direito também a três parcelas do seguro-desemprego.

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5 comentários

Weslei 15/03/2019 - 12:27

Enquanto os auditores faziam a inspeção passou centenas de trabalhadores dirigindo caminhões também no regime de escravidão.

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José costa 14/03/2019 - 21:13

Tem 2 pedágios emtre primavera do leste MT e rondRondonóp MT são imlegais caminhão vazio lá tem que abrir a carreta pra eles ver porquê a mídia não vai lá questiona fica olhando quem tá tentando desviar do pedágio

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José Costa 14/03/2019 - 21:08

Simplis e só ter um pedágio com preço justo aí todos pagão .mais os preços dos pedágios são abusivo e ninguém ter coragem de questionar as concessionárias só vê quem consegue encontrar um desvio porquê que a mídia nan fala dos preços abusivo

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Ricardo 14/03/2019 - 11:08

Se fizer uma investigação vão dizer que a empresa não é de nenhum petista e sim da família Bolsonaro.
Pronto falei.

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Chuck 14/03/2019 - 15:26

Passando pano pra assassino miliciano. Vai lá pagar mais caro pelo diesel, vai, gado.

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