Venda de caminhões cresce 40% até agosto

O mês de agosto é mais um mês para ser comemorado pelas fabricantes de caminhões no Brasil. No último mês, o mercado nacional absorveu 9.580 unidades, 6,44% mais que em julho. No acumulado do ano, entre janeiro e agosto, foram emplacados no Brasil 65.446 caminhões, contra 46.442 no mesmo período de 2018, uma alta de 40,92%.

Como em outro meses, ninguém vende mais que a Mercedes-Benz. A montadora alemã vendeu, nos oito primeiros meses do ano, 20.542 unidades, representando 31,39% do total de caminhões vendidos.

Volkswagen é a segunda colocada, com 15.383 unidades, seguida de Volvo, com 10.134, Scania com 8.410 e Ford, que emplacou 5.255 unidades atá agosto.

Entre os caminhões, como em outro meses, o Volvo FH 540 é o mais vendido. O pesado, fabricado em Curitiba, registrou 729 unidades vendidas em agosto, seguido do Scania R 450, que vendeu 625 unidades em agosto. O terceiro colocado também é Volvo. O modelo FH 460 emplacou 443 unidades.

Volkswagen Delivery 11.180 e Constellation 24.280 seguem em quarto e quinto lugares, com 393 e 348 unidades emplacadas, respectivamente.

O segmento de pesados, que inclui os cavalos-mecânicos, tem representado mais de 50% das vendas de caminhões no Brasil. Foram 33.509 pesados emplacados nos oito primeiros meses do ano.

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3 comentários em “Venda de caminhões cresce 40% até agosto

  • 04/09/2019 em 10:58
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    Esse aumento nas vendas é reflexo da tabela de frete. Grandes embarcadores estão constituindo frota própria.

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  • 04/09/2019 em 09:16
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    Enquanto isso os milionários do setor deitam e rolam…

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  • 03/09/2019 em 14:56
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    A MERCEDES BENZ é realmente imbatível e não apenas porque vende caminhões de alta qualidade, com fácil oferta de peças e componentes. O grande diferencial da MERCEDES é a atenção e o respeito ao cliente no pós venda, coisa que não existe na VOLVO e FORD. Aliás, os proprietários de caminhões FORD se preparem para ficar com os micos na mão porque a Montadora fechou as portas no Brasil e em breve começará a faltar muitas peças para reparos. A salvação talvez seja o mercado paralelo de autopeças. A VOLVO, por exemplo, só se preocupa com os caminhões mais novos. Experimentem encontrar na Montadora peças e componentes para os caminhões das décadas de 80 e 90 como os N e NL, além do EDC. Uma vergonha.

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