PRF fiscaliza mais de 10 mil veículos de carga na Operação Rodovida

por Blog do Caminhoneiro

Mais de dez mil veículos de carga foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em uma nova etapa da Operação Rodovida. A operação consiste em ações integradas para reduzir a violência no trânsito. A fiscalização temática aconteceu em todo o país, nesta quarta-feira (12).

Durante a ação, foram emitidos 5.459 autos de infração por irregularidades diversas. Mais de 500 motoristas foram flagrados descumprindo a “Lei do Descanso”; 374 veículos não possuíam equipamentos obrigatórios ou estavam em desacordo com a legislação; 191 motoristas tinham irregularidades na Carteira Nacional de Habilitação (CNH); dez motoristas dirigiam sob influência de álcool; cinco foram flagrados portando drogas, além de 250 veículos removidos para o depósito. No total, foram abordados 10.087 veículos de carga.

Em Pernambuco, quase 40 motoristas tinham irregularidades na CNH. Na Bahia, 76 veículos de carga estavam com problemas nos equipamentos obrigatórios ou não os possuíam. A “Lei do Descanso” também foi alvo da fiscalização, com 78 motoristas flagrados descumprindo a norma, no Rio Grande do Norte. Os estados onde foram emitidos mais autos de infração foram Pernambuco (668), Paraná (618), Minas Gerais (521), Rio Grande do Norte (506) e Bahia (399).

Comprometida com o Programa da Organização das Nações Unidas (ONU), Década Mundial de Segurança Viária 2011/2020, a PRF possui várias frentes para contribuir na diminuição de mortes no trânsito. O órgão também é parte fundamental no Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS), no período de 2018-2022. O Projeto Nacional de Redução de Mortes, instituído pela PRF através da Portaria nº 194/2019/DG, de 4 de setembro de 2019, é parte deste compromisso com a vida.

Para viabilizar os resultados, foi criada a Operação Rodovida, que consiste em um conjunto de esforços integrados com outros órgãos para reduzir a violência no trânsito. A operação direciona as fiscalizações para condutas que provocam índices elevados de morte nas rodovias. Estudos realizados pelo Instituo de Pesquisa Econômica Aplica (IPEA), em 2015, apontaram que o custo social de um acidente com morte ultrapassa a quantia de R$ 640 mil.

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