Scania apresenta cabine mais longa para ampliar o conforto do caminhoneiro na Europa

por Blog do Caminhoneiro

As cabines R e S da Scania passam a contar com uma nova variante, mais longa em 27 cm, para ampliar o conforto para os motoristas que trabalham com transporte de longa distância. O espaço maior estará disponível para cabines teto alto e teto médio, com piso plano, na versão S, ou com o túnel do motor mais baixo, na versão R.

As novas cabines também são ideais para uso em outras aplicações, como aquelas com dupla fileira de assentos, como bombeiros, autoescolas, guinchos e outros. As novas cabines serão produzidas pela subsidiária da Scania, Laxå Special Vehicles.

“Com a introdução das novas cabines CR23 e CS23, a Scania eleva ainda mais a régua dos caminhões premium. Vamos combinar algumas das capacidades do Scania CrewCab em nossas cabines premium nas séries R e S. Com isso, agregamos um espaço generoso que traz conforto extra e se abre para uma infinidade de soluções criativas”, afirmou Stefan Dorski, vice-presidente sênior e chefe da Scania Trucks.

A decisão da Scania em apresentar as novas variantes de cabines é baseada na demanda de vários mercados por cabines maiores em tamanho horizontal. A linha S já tem um espaço interno maior, graças ao piso plano e, com o comprimento adicional, oferecerá a possibilidade dos caminhoneiros descansarem em uma cama maior durante viagens de longos dias. Essa nova cama tem um metro de largura, e não precisa ser fechada durante a condução do caminhão.

“O benefício mais óbvio é para os motoristas de longa distância, eles estão sempre em busca de soluções premium de conforto. Se eles usam o espaço para obter mais espaço em geral ou para escolher uma cama mais larga – ou ambos – ainda será decidido. Outros usuários podem ser encontrados em serviços como autoescolas, caminhões de defesa e caminhões guincho. Este último poderá transportar passageiros de veículos quebrados”, diz Dorski.

As entregas das novas cabines mais longas, vai começar a partir de agosto deste ano. Os modelos ainda dependem da certificação WVTA, para venda como veículo completo de fábrica.

Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro

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