BR Distribuidora muda nome para Vibra Energia

“Com a mudança na marca, damos mais um passo importante em nossa jornada rumo à economia de baixo carbono, comprometimento com a agenda ESG e criação de valor para a sociedade e nossos investidores. A Vibra chega para ajudar a construir um Brasil melhor”, afirma Wilson Ferreira Jr., CEO da Vibra Energia.
A marca valoriza o caminho percorrido pela empresa nas últimas décadas e também aponta para uma nova direção, mostrando uma organização em constante evolução. Criada pelo escritório de design Tátil, a nova marca tem como pilares inspiracionais a confiança que conecta, a orientação ao cliente, as parcerias genuínas e a evolução constante.
“Durante o processo criativo, buscamos nomes que expressassem acima de tudo o Brasil que avança, faz, realiza, expande. O Brasil que vai além, que surpreende, que evolui com criatividade, mas que também estabelece conexões e parcerias genuínas”, explica Leonardo de Castro Burgos, diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios e Marketing da Vibra Energia.
A marca Petrobras em mais de oito mil postos da rede será mantida, já que a Vibra tem um contrato de licenciamento com a Petrobras. Também serão mantidas as lojas de conveniência BR Mania e os centros automotivos Lubrax+. Da mesma forma, seguirá a comercialização da linha de lubrificantes top of mind Lubrax. No segmento corporativo, são cerca de 18 mil clientes, em segmentos como indústrias, transportadoras, usinas termelétricas, agricultura e aviação, sendo que este último continuará a ser atendido pela marca BR Aviation.
A estrutura logística da Vibra inclui 95 bases de armazenamento, quase 100 postos de abastecimento em aeroportos brasileiros, 13 depósitos e uma fábrica de lubrificantes, a maior planta industrial do gênero em um único site, na América Latina.
No mercado de energia, a Vibra vem atuando por meio da comercializadora Targus, da qual possui 70%. Além de atuar no mercado livre de energia, a Targus também oferece soluções de geração distribuída para clientes conectados em baixa tensão.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
