Caminhoneiros deixam de contratar assistência à saúde por causa de preços

Questionados sobre o motivo, 48% alegaram o preço como fator principal, seguidos de 37% que não quiseram responder ou não sabiam. Como aspecto motivador para uma possível contratação de assistência à saúde, o fator ‘preço’ ganhou evidência novamente, mesmo em relação a serviços importantes como abrangência de atendimento, coberturas de doenças e exames.
Outro levantamento da Repom sobre saúde dos caminhoneiros, também realizado em 2021, com mais de 340 usuários do Cartão Repom, revelou que 80% dos caminhoneiros estão cada vez mais preocupados com a própria saúde e a de suas famílias. Porém, 41% ainda não têm o hábito de realizar exames periódicos e nem fazem acompanhamento preventivo com frequência.
“É preciso um olhar atento em relação à saúde e segurança dos caminhoneiros. Esses profissionais acabam lidando diariamente com situações de vulnerabilidade e riscos e precisam contar com soluções e serviços que se adaptem às suas necessidades de trabalho e à sua realidade financeira, diante de tantos impactos nos custos”, destaca Vinícios Fernandes, diretor de produtos e desenvolvimento de negócios da Repom.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
