Troca de motor dava nova vida para caminhões antigos

De acordo com a empresa, em publicidade de época, a troca de um motor ‘cansado’ por um novo e mais potente melhorava o desempenho dos caminhões pesados.
Apesar de parecer um serviço simples, a mudança da unidade de potência necessitou de um amplo trabalho de engenharia da fabricante de motores, que precisavam se manter visualmente originais.
Inicialmente, após a remoção do motor original, o caminhão recebia calços para elevar a cabine em 35 mm, nos modelos produzidos pela FNM e Mercedes-Benz 1520, que também eram repotenciados. Caminhões de outras marcas, como Scania, não precisavam dessa mudança.

Nos modelos cara-chata, também era preciso modificar o capô por dentro da cabine, com elevação de 20 cm. O trabalho mais simples era realizado em caminhões Scania, que não precisavam de tantas mudanças.
A fabricante garantia que os caminhões ganhavam em velocidade média e na redução de consumo, graças à tecnologia mais avançada de injeção de combustível, além de terem uma segunda vida útil.

As informações para esse texto foram obtidas na página Fábrica Nacional de Motores Histórica – Autoria: Werner Keifer, no Facebook.

Krks…a metade de um caminhão novo ?!? Não tinha vantagem nenhuma então… Investia 500 mil e continuava com um caminhão pau veio, aí era furada mesmo. Kkkkk