Durabilidade dos motores FPT é comprovada em diferentes aplicações




Líder em tecnologias powertrain, a FPT Industrial acelera sempre na busca por motores mais eficientes. A longa trajetória da marca da CNH Industrial, com fábricas em Sete Lagoas (MG), Córdoba (Argentina) e um Technical Center em Betim (MG), assegura elevada durabilidade associada à desempenho, robustez, menores emissões, custos operacionais e grande versatilidade de aplicações – seja no segmento on-road, de transporte de cargas e de passageiros, off-road, de máquinas agrícolas e de construção, geração de energia ou marítimo.

Esses atributos são corroborados por operações de clientes que seguem as recomendações de manutenção e a utilização de componentes originais, superando a vida útil dos motores FPT Industrial em suas aplicações.

Dois dos exemplos vem das estradas, com caminhões Iveco. Em São Paulo, capital, o autônomo José Antônio Lima de Menezes obteve a marca de 1.023.000 de quilômetros rodados com um Daily 35S14 ano 2008. Como estratégia, o proprietário realiza as trocas preventivas no motor FPT F1C somente com peças genuínas. “Sou exigente com a manutenção. Faço o mesmo que em um caminhão novo, com trocas de óleo e peças, sempre originais. O motor tem alta durabilidade. Nunca tive problemas”, conta Menezes, que dirige há 33 anos e transporta peças por todo o Brasil. “Estou satisfeito por ter optado pela marca”.

No Paraná, outro Iveco está próximo de chegar aos 2 milhões de quilômetros. O Stralis 380 HD ano 2007 de Marcos Valério Nascimento, de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, realiza de quatro a cinco viagens mensais de Blumenau (SC) a Anápolis (GO), transportando tecido. O motor FPT Cursor 13, afirma Nascimento, mantém elevando rendimento realizando a manutenção regular. “Além de ser um ótimo motor, o Cursor 13 está do mesmo jeito que veio de fábrica”, conta ele, segundo proprietário do pesado. “O primeiro dono é meu vizinho. Adquiri esse caminhão justamente por conhecê-lo, mantendo o seu histórico de manutenção”, explica.

Importante atividade econômica do interior do estado de São Paulo, o setor sucroenergético exige alta produtividade. Nesse cenário uma colhedora de cana de açúcar Case IH A8800 ano 2010, equipada com o motor FPT Cursor 9, superou as 27 mil horas trabalhadas. A máquina da NovAmerica Agrícola, unidade de Tarumã, trabalha em regime de colheita intensiva, o que exige alta resistência do motor em ambientes severos das frentes de corte. Como procedimento padrão, a empresa realiza a análise nas trocas de óleo, para verificação dos componentes, e regulagens de válvulas, por safra. “Temos na nossa frota máquinas com 17 mil, 20 mil horas de funcionamento, com intervenções no motor. Para nós foi uma grata surpresa alcançar esse nível de durabilidade nesse motor”, afirma o instrutor chefe de manutenção e operação da NovaAmerica, Rodrigo Monte Verde.

Em Arcos, polo produtor de calcário do Centro-Oeste de Minas Gerais, uma pá carregadeira CASE 721E ano 2009 da empresa Minasol Calcário Agrícola alcançou as 50 mil horas trabalhadas. Durante o período em que a máquina foi titular no carregamento de calcário da empresa, não foram necessárias intervenções no motor FPT N67. “Depois de utilizada no pátio, a máquina trabalhou na zona rural e hoje atua em uma mina de extração, na manutenção de solo e carregamento de material. Nunca precisei retificar o motor”, aponta o diretor da empresa, Ângelo Ferreira Silva. Além do operador capacitado, a rigorosa manutenção faz a diferença, segundo o empresário. “A durabilidade das nossas máquinas passa por manutenções preventivas, além das corretivas”, afirma.





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