Scania R 440 6×4 recebe prêmio Maior Valor de Revenda

por Blog do Caminhoneiro

O Scania R 440 foi fabricado entre 2012 e 2018, sendo substituído pelo modelo R 450 da nova geração da montadora. Era fabricado com motor de 13 litros, com 6 cilindros em linha, tendo potência de 440 cavalos e torque de 2.300 Nm, e chegou a ser o caminhão mais vendido do mercado nacional, com 3.033 unidades emplacadas em 2017 e 4.492 unidades em 2018.

Recentemente, em estudo feito pela Agência Autoinforme com dados da Tabela FIPE, o Scania R 440 foi considerado o modelo com menor desvalorização entre os pesados em um período de três anos.

Entre 2017 e 2020, o modelo da Scania teve uma desvalorização de apenas 16% em seu valor. De acordo com a tabela FIPE, em dezembro de 2017, o Scania R 440 A 6×4 Highline Streamline zero KM custava, em média, R$ 430.527,00.

“O R 440 nasceu junto com a necessidade de atender o Conama P7, conhecido como Euro 5, e de 2012 pra cá ele colecionou grandes números do mercado de transporte pesado. Em 2013 já foi o mais vendido da indústria de todo o setor e dali em diante ele chegou a ser quatro vezes o caminhão pesado mais emplacado do Brasil, sendo por três vezes o maior veículo da indústria. Esse reconhecimento vem por uma combinação da cabine R com um motor de 13 litros nos 440 cavalos com alto torque entregando para o mercado uma versatilidade gigantesca e uma capacidade de atender praticamente todos os setores de transporte. Não tinha desafio que ele não encarasse. Esse prêmio é fundamental para o momento da aquisição: consumo de combustível, seguridade e conforto do motorista, e lógico, o retorno do investimento para o investidor alguns anos depois, para que ele tenha a garantia de que ele consegue fechar o TCO dele”, explica Wagner Tillmann, Gerente de Vendas de Soluções da Scania Brasil.

O Scania R 440 6×4 é um modelo voltado para aplicações rodoviárias de longa distância, com implementos do tipo bitrem ou rodotrem, e oferece, além da alta potência e torque, muito conforto para o motorista e custos de operação e de manutenção baixos, o que sempre foi um dos grandes atrativos para o modelo.

Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro

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