Dongfeng Chenlong T7 recebe duas variações de cabine voltadas ao conforto do motorista

por Blog do Caminhoneiro

O setor de transporte na China é extremamente movimentado. Por mês, mais de 150 mil caminhões pesados, como os cavalos-mecânicos, são vendidos no país. São milhões de cargas movimentadas todos os dias, e as jornadas para os motoristas são extenuantes.

Para tentar melhorar a vida dos caminhoneiros chineses, a Dongfeng apresentou recentemente duas versões novas para o modelo Chenlong T7. Com um design que lembra o Freightliner Cascadia, o Chenlong T7 é um caminhão com um grande capô sobre o motor, cabine recuada e derivada do Renault Premium, a mesma que equipa modelos VM no Brasil.

T7L

A versão T7L do modelo tem a cabine mais ampla, voltada ao bem-estar a bordo, com banheiro, tendo sanitário e chuveiro, além de mesa, fogão, refrigerador e forno micro-ondas, além de muito espaço para armazenamento.

Apesar do tamanho, nessa versão da cabine, as camas são pequenas, devido ao espaço ocupado pelo banheiro do veículo.

T7C

Para resolver o espaço de dormir, mantendo o banheiro, a marca apresentou nesta semana o modelo Chenlong T7C, um caminhão com a cama sobre a cabine, em uma extensão do teto do veículo.

Na parte inferior, atrás dos bancos, o caminhoneiro chinês terá à disposição uma área de cozinha completa, mesa e até um ar-condicionado residencial.

O banheiro do veículo, que pode receber sanitário e chuveiro, pode ser acessado por trás do assento do motorista, sendo necessário reclinar o banco totalmente para a frente para entrar no compartimento.

Por uma escada instalada na parede direita da cabine, o motorista acessa a área superior da cabine. Lá em cima, uma cama dobrável é instalada, podendo ficar com até 1,5 metro de largura, mantendo o comprimento total da cabine, garantindo conforto para dormir esticado.

O estranho desse modelo é que a parte superior da cabine se projeta sobre o para-brisa, deixando o caminhão com um aspecto, no mínimo, curioso.

Os dois modelos serão vendidos exclusivamente no mercado chinês.

Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro

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