Conheça os caminhões com metade do tamanho dos originais feitos na década de 1940 e 1950

por Blog do Caminhoneiro

O que acontece quando se junta um artesão muito talentoso com a paixão por caminhões? Nasce um modelo em escala, representando fielmente cada detalhe do veículo real. Esse é o caso de Jim Overmohle, um designer norte-americano muito talentoso, que criou pelo menos três caminhões com metade do tamanho do veículo de verdade, escala 1/2, nas décadas de 1940 e 1950.

As reproduções foram feitas levando em consideração todos os detalhes dos modelos originais, inclusive por dentro, e os modelos eram funcionais! O primeiro modelo construído foi um Freightliner COE 282, em versão 4×2, que posteriormente foi vendido para a PIE Transports, para eventos.

O caminhão era equipado com um pequeno motor diesel de 3 cilindros, fabricado pela Mercedes-benz, e podia ser dirigido em baixas velocidades. Fotos da época mostram que o caminhãozinho ganhou também um conjunto de reboques, com as cores da transportadora PIE. Depois de alguns anos, esse caminhão foi vendido para a empresa SouthEastern, que também usava para divulgação em eventos.

A pequena cabine podia comportar um adulto exprimido dentro dela, mas o brinquedo fazia muito sucesso com as crianças.

Outro caminhão construído por Jim Overmohle foi um Peterbilt COE, que apresentava um pequeno capô arredondado sobre o motor, e já ostentava muito cromado.

Esse segundo caminhão já foi construído em versão de três eixos, e recebeu um implemento tanque, com dois eixos, totalmente cromado. Assim como o primeiro modelo, as portas abriam, as luzes acendiam e o veículo podia ser dirigido.

No tempo que esteve com a PIE, que encomendou o modelo originalmente, essa miniatura gigante recebeu um implemento baú de dois eixos, totalmente funcional.

O artesão construiu um terceiro caminhão, cópia de um modelo Peterbilt 344. Esse é um caminhão que não ficou perfeitamente reproduzido, já que apresenta um capô mais inclinado e outros detalhes diferentes do modelo original.

Infelizmente, não se conhece o paradeiro desses caminhões atualmente. Tomara que estejam preservados.

Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro

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