Grupo G10 constrói uma das maiores usinas solares de telhado do Brasil

2.648 módulos, com capacidade de 445 watts em cada placa, gerando cerca de 1.487 megawatts diários, o suficiente para abastecer até 750 casas populares, que tenham com consumo médio de 200 Kw/mês, resultado de um investimento de, aproximadamente, R$ 7 milhões na usina solar.

Essa é a usina solar instalada pelo Grupo G10, que se tornou totalmente autossuficiente com relação à energia elétrica, em sua matriz, com a utilização de força verde. A empresa instalou uma das maiores usinas fotovoltaicas de telhado do Brasil e, certamente, está entre as TOP 3 no segmento de transporte rodoviário de cargas.

Com o investimento, a empresa vai impedir que 492.554,48 toneladas de CO2 sejam lançados na natureza. A instalação da usina vai ao encontro da visão da gestão do G10 em investir cada vez mais em ESG.

“Precisamos preparar o mundo para as gerações atual e a futura. Os recursos usados para se ter energia elétrica tradicionalmente são finitos e é preciso aderir às tecnologias mais limpas, que não comprometam o meio ambiente. A energia solar é uma realidade que custa alto no médio prazo, mas é benéfica para todo o nosso ecossistema, de forma imediata”, diz Claudio Adamuccio, diretor Presidente do G10 e diretor Administrativo da Transpanorama.

O G10 existe há 22 anos, tem 210 unidades no Brasil, 4.500 colaboradores e mais de 2.000 conjuntos de caminhões. O investimento em ações ambientais faz parte da cultura da empresa, como o Programa Despoluir, que afere a emissão de fumaça preta dos veículos pesados.

“Também investimos na compra de caminhões novos, com tecnologia de ponta, que emitem menor quantidade de poluentes. Temos buscado parcerias constantes para contribuir com a natureza, por meio de ações conscientes”, diz Valdecir Adamuccio, diretor Comercial do G10 e da Transpanorama.

A instalação foi feita pela empresa Bono Fotovoltaica e contou com o acompanhamento do engenheiro civil do G10, Paulo Augusto Rodrigueiro Filho.

“A instalação das placas e os demais processos de execução foram feitos em sete meses, sem contar as etapas do planejamento. Os maiores desafios foram compatibilizar o projeto com toda a estrutura já existentes e o processo de homologação junto a Copel, já que é uma usina de alta potência”, explica Filho.

Cuidado com a água

Os efluentes gerados no complexo da matriz do G10 são provenientes de diversos usos, sendo subdivididos entre efluentes químicos e efluentes sanitários, os quais possuem pleno tratamento, através de dois sistemas de tratamento: Sistema de Tratamento de Efluentes Físico-Químico (oficinas, posto e lavador de caminhões); e Sistema de Tratamento de Efluente Biológico Sanitário.

“A gestão do G10 entende que é preciso trabalhar em todas as frentes possíveis para que o meio ambiente seja preservado”, diz Claudio.

As ações de Sustentabilidade são realizadas constantemente e prezam pelo despertar da consciência do colaborador para a preservação do meio ambiente e o board da empresa tem investido esforços para a manutenção de políticas claras que preservem a natureza.

ESG

Como fruto da postura frente ao ESG, a G10 Transportes e a Transpanorama, ambas do G10, foram certificadas com o selo ESG Excellence, pela Global Certification System, de origem americana. Ambas as empresas foram as primeiras do setor de transporte rodoviário de cargas no Brasil a obterem o reconhecimento.

“O termo ESG tem aparecido e feito cada vez mais parte do dia a dia das organizações. A obtenção do selo ESG Excellence demostra a importância e o comprometimento da empresa para a condução de seus negócios de forma sustentável”, diz Wellington Lemes, gerente da Qualidade.

Para ser certificada, é preciso atingir o mínimo de 80% de aderência nos requisitos exigidos.

Rafael Brusque - Blog do Caminhoneiro

Nascido e criado na margem de uma importante rodovia paranaense, apaixonado por caminhões e por tudo movido a diesel.

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