Hamilton Miranda caminhoneiro de longa data. Dentro do limite anda. Com seu Agrale cara chata. Caminhão Agrale catorze mil, de seu bruto tem orgulho. Já
Categoria: Roberto Dias Alvares
Sou carreteiro, me chamo Rafael. Já rodei por toda minha terra natal. Em meu estradeiro cumpro meu papel. Agora rodo por países da América Meridional.
Essa é a história de Rafael. Estudioso e obediente menino. Caminhão de brinquedo pedia a papai Noel. Quando crescesse, a estrada era seu destino. Filho
Chassi, eixos, cabina, pneus. Tanque, para-choque, motor. No volante o motorista, mas é Deus que controla e da máquina é condutor. Sigo meu destino de
Final do mês de dezembro Corre-corre pelas ruas e estradas. Deste final de ano ainda me lembro, Era a mais aguardada das chegadas. Passar o
Noite chuvosa, frio e vento. As faixas estão apagadas na pista. Um caminhão em vagaroso movimento, vai rodando até se perder de vista. Ao volante,
Vinte três horas, a viagem começa. Entra na pista, no asfalto agora frio. A princípio acelera sem muita pressa. Brilho de outro farol passa rápido,
Neste mundo do transporte rodoviário a entrega da carga é sempre urgente. Comigo ela sempre chega no horário. Estou ao volante da máquina quente. Scania
Cavalo Volvo NL12 trucado dirigido pelo Benedito. Resistente e forte pesado. Na estrada, verdadeiro mito. Benedito é um carreteiro. Ombros largos deste mulato. Também é
No Sul, cortando os Pampas Geraldo, carreteiro integro, por retas ou íngremes rampas com seu Mercedes negro. No teto, defletor de ar. Escapamentos e grade
Gilberto era caminhoneiro. Fazia transporte de batata. Tinha orgulho de seu estradeiro: Mercedes Benz cara chata. Pela sua mãe foi bem criado. Seu pai a
Essa é a história de José dos Passos que começou trabalhando de empregado. Ao volante, usando a força dos braços, comprou seu caminhão trucado. Trabalhando
