mai 19 2012

Após três dias de greve, funcionários da Volvo voltam ao trabalho

Os funcionários da unidade de Curitiba da montadora Volvo encerraram a greve na manhã desta sexta-feira (18) após negociação com a empresa. Os cerca de 4.300 trabalhadores estavam parados desde a terça-feira (15).

De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Nelson Silva de Souza, a proposta aceita foi de R$ 25 mil relativos ao Programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), pagos em duas vezes.

Ainda no mês de maio será pago 50% e o restante em fevereiro, no fechamento das contas da empresa, se as metas forem atingidas. Mais aumento salarial de 3% a partir de setembro, corrigido pela inflação. Os trabalhadores recebiam R$ 15 mil do PLR durante o ano além do salário.

“A nossa intenção era um pouco mais, mas a proposta foi boa para o trabalhador”, afirmou o vice-presidente do sindicato.

O vale-mercado também teve reajuste. O valor atual de R$ 220 será para corrigido em setembro, mês em que vence a data-base da categoria, pelo percentual da inflação e acréscimo de 3%. “Conseguimos atingir o objetivo, foi uma grande conquista”, comentou Nelson.

A fábrica da Volvo fica na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e fabrica ônibus e caminhões para o Brasil, Chile e México. Em 2011, a empresa ampliou o número de veículos produzidos no Brasil em 29%. Em cada dia que a fábrica fica parada, em média oito ônibus e 108 caminhões deixam de ser produzidos.

A assessoria de imprensa da Volvo informou que os trabalhadores do 1º turno voltaram aos postos de trabalho nesta manhã, por volta das 9h.

Fonte: RPC TV

mai 19 2012

Chef cria pizzaria ambulante em caminhão adaptado

Uma pizzaria ambulante. Assim pode ser definido o Del Popolo, um veículo totalmente adaptado que transformou um caminhão em uma pizzaria móvel. Apesar do ambiente inovador, o chef responsável Jonathan Darsky promete trazer ao público o sabor de uma pizza tradicional, feita em forno à lenha e preparada apenas com ingredientes vindos de pequenos produtores.

A construção da pizzaria só foi possível com o uso de um contêiner, que foi totalmente adaptado para a construção de uma cozinha. Os fornos são abastecidos com lenha e as laterais do automóvel são envidraçadas, para que os clientes possam acompanhar o processo de preparo.

A empresa usa as redes sociais para contar aos consumidores onde o caminhão está. O Twitter é a ferramenta mais utilizada para divulgar a localização.

Por enquanto, a pizzaria deve circular apenas em São Francisco, na costa oeste dos Estados Unidos.

Fonte: PEGN

mai 19 2012

Governo estuda novo incentivo às montadoras

O Ministério da Fazenda quer evitar que os elevados estoques acumulados nas concessionárias de veículos e nos pátios das montadoras evoluam para uma crise na indústria automobilística. Uma ação mais decisiva quanto ao crédito pode ser tomada nos próximos dias, por meio da redução de 0,5 ponto ou mesmo de um ponto percentual na alíquota de 2,5% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide sobre o crédito ao consumidor. O governo entende que as políticas para o setor devem se concentrar na liberação do crédito para financiar a compra dos veículos.

Novos estímulos tributários à indústria estão praticamente descartados, uma vez que o espaço fiscal do governo para o ano está comprometido, diante da meta ambiciosa de superávit primário (R$ 139,8 bilhões) a ser cumprida e do ritmo mais fraco da arrecadação.

O governo tem dados que mostram que a liberação de recursos dos bancos às concessionárias está mais rigoroso. Como o governo já moveu o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal na redução dos juros nos financiamentos, uma forma de destravar mais o crédito, entendem os técnicos, seria uma medida linear, como a redução do IOF que incide sobre o crédito ao consumidor.

Representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), contudo, têm concentrado seus esforços no Ministério da Fazenda em negociar uma nova rodada de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Na terça-feira, o presidente da Anfavea e da Fiat, Cledorvino Belini, se encontrou com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. No dia seguinte, ambos voltaram a conversar por telefone. Ontem, representantes da Anfavea se reuniram com integrantes do alto escalão da pasta.

A cadeia produtiva do setor é vista no governo como uma das mais importantes da economia, devido ao elevado número de trabalhadores empregados e dos altos salários pagos, dos investimentos esperados para os próximos anos e da sofisticação do maquinário.

No governo, porém, a avaliação é que o atual ciclo de consumo de massa dos veículos está esgotado no país. Não se trata de um cenário apocalíptico, ressalta um técnico, mas apenas a percepção de que o vigoroso consumo de veículos registrado entre 2006 e 2011, em especial inflados pelos fortes estímulos fiscais à indústria entre janeiro de 2009 e março de 2010, serviu para “democratizar” o automóvel no país. O consumo continuará firme, avalia o governo, mas não há muito mais espaço, ao menos no curto prazo, para expandir de forma acelerada o consumo de veículos.

Os brasileiros estão, cada vez mais, sofisticando seu consumo de veículos, entendem técnicos da área econômica. Não à toa, a demanda por veículos importados a partir de 2011 aumentou mais rapidamente do que se imaginava, pegando a indústria e o governo de surpresa. A imposição de uma alíquota 30 pontos percentuais maior de IPI em 16 de setembro do ano passado (que entrou em vigor três meses depois) foi uma reação à entrada dos importados.

“O novo regime automotivo é a melhor resposta a esse novo cenário para a economia e o setor automobilístico”, disse um técnico do governo. A partir de janeiro de 2013 entra em vigor o novo regime automotivo, desenhado pelos ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento, e de Ciência, Tecnologia e Inovação. O regime, que valerá até o fim de 2017, condiciona o abatimento do IPI à investimentos em inovação, em qualificação profissional e na utilização de partes e peças produzidas no Brasil.

“Os veículos vão ficar mais sofisticados, atendendo o consumidor mais exigente, enquanto aqueles que continuarão entrando no mercado de consumo terão à disposição os veículos que já sabemos produzir”, avalia um economista do governo.

Além disso, apuramos que técnicos do governo têm se mostrado favoráveis a algumas propostas desenhadas pelo conselho automotivo e de autopeças instalado pelo Plano Brasil Maior. O conselho, formado por empresários, líderes sindicais metalúrgicos e integrantes do governo, está com os trabalhos mais avançados entre os 19 conselhos instaurados há 45 dias, quando o Brasil Maior foi ampliado.

Uma proposta de empresários e sindicalistas foi fechada e será apresentada à presidente Dilma Rousseff no dia 12 de junho, quando a presidente recebe no Palácio do Planalto os membros do conselho do setor automotivo para discutir. Entre as principais propostas dos empresários e sindicalistas estão a criação de uma empresa pública para desenvolvimento de tecnologias do setor automotivo, e a criação de um plano nacional de formação e qualificação profissional para o setor. Um dos gargalos do setor tem sido justamente a falta de qualificação, e a ideia seria reduzir os custos de produção.

Fonte: Valor Econômico

mai 18 2012

Novo Iveco Tector – Economia, conforto e versatilidade no segmento de semipesados

 

À convite da Iveco, participei do lançamento do Novo Iveco Tector em Salvador-BA. Pude conhecer o caminhão e ver a versatilidade da linha, que atende completamente o segmento de semipesados. São 41 versões, com muitos itens de série e uma ampla linha de opcionais que tornam o caminhão um dos mais completos da Iveco.

Também foram apresentados os novos Tector Attack, modelo de entrada dessa linha, mais simples, mas com o mesmo padrão de conforto, voltado a aplicações urbanas, como lixo e bebidas, com muitas combinações de entre-eixos e cabines, para atender um nicho de mercado que não pára de crescer.

A linha OFF-ROAD, conta com uma série de opcionais para facilitar e oferecer mais conforto para o motorista fora-de-estrada. E o top de linha, modelo Stradale, que tive o prazer de dirigir, e é o caminhão semipesado mais confortável do mercado. Todos esses caminhões possuem o sistema SCR para atender a legislação Proconve P7, e as caixas de câmbio que contribuem muito para a economia de combustível e facilidade de operação em qualquer situação.

Esse grande lançamento vem atender o segmento que mais cresce no mercado de caminhões, com cerca de 35% de participação nas vendas de caminhões no Brasil. Os novos motores FTP NEF 6, além de potentes, com 218 e 280cv e tecnologia SCR, possuem uma faixa muito ampla de torque, entre 1200 e 2100 rpm, com ótimos 680 NM.

Com todos esses atributos, o Novo Iveco Tector vem se destacar no mercado cada vez mais competitivo de caminhões no Brasil.

Agradeço à Iveco pela oportunidade. Abaixo segue o release de lançamento, com todas as informações e detalhes do caminhão, e também várias fotos na galeria.

Nova geração Iveco Tector: Alto padrão de conforto, economia e versatilidade no segmento dos semipesados

O novo Iveco Tector, a nova geração de semipesados da Iveco, chega às 105 concessionárias da marca em todo o Brasil a partir deste mês de maio com um amplo conceito de versatilidade. Com 41 configurações possíveis, há um Iveco Tector para cada tipo de aplicação neste que é o maior segmento do mercado brasileiro de caminhões (35% dos veículos vendidos no País). Uma das novidades é a divisão da linha em duas versões de acabamento: o Iveco Tector e o Iveco Tector Attack, sendo esta última uma opção para clientes que priorizam o menor preço de aquisição. Ambos os modelos chegam com dois anos de garantia, sendo um ano total e mais um ano para o powertrain.

A estratégia de aumentar o conforto, ampliar a gama e criar uma versão de baixo preço nasceu de grande pesquisa realizada pela Iveco junto aos clientes de semipesados e do mais abrangente programa de desenvolvimento já realizado pela Iveco fora da Europa. “A nova geração Iveco Tector foi desenhada para encaixar-se ao mercado dos semipesados como uma luva, em benefício dos clientes”, explica Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America.

Um exemplo é o Iveco Tector 6×2, para 23 toneladas de PBT, que é o mais confortável de seu segmento, com nova opção de cabine leito teto alto, suspensão de cabine mais macia, um novo painel de instrumentos e ar-condicionado de série, entre outros itens de bem-estar. Em mais de 60% dos casos, o motorista do semipesado 6×2 é o próprio dono do caminhão, que espera por mais conforto para enfrentar as muitas horas do transporte rodoviário de médias e longas distâncias, típicas desse tipo de veículo. Com 65% das vendas do segmento dos semipesados, os modelos 6×2 também precisam de força e baixo consumo de combustível e, assim, o modelo tem novo motor de 280 cv com ampla curva de torque e opção de uma transmissão de nove marchas com engate tipo “H sobreposto”, mais suaves, e que oferece até 5% de economia sobre o modelo anterior.

Já com os semipesados 4×2, para 17 toneladas de PBT, a estratégia da Iveco foi diferente – porque o cliente desse produto tem outro perfil. Com 20% das vendas entre os semipesados, o veículo 4×2 é predominantemente usado em entregas urbanas e interurbanas de curta distância. São modelos mais simples, que atendem o cliente sensível ao fator custo-benefício, como frotistas, órgãos públicos e pequenos comerciantes. Para este nicho, a Iveco traz novos modelos de entrada, chamados Tector Attack, que são robustos, porém despojados e agressivamente posicionados em termos de preço de venda ao público.

41 configurações para atender ao maior segmento do mercado

A nova geração de semipesados Iveco Tector e Iveco Tector Attack pode ser configurada em 41 versões diferentes, a partir de três tipos de cabine (curta, leito e a nova versão leito teto alto), potentes e econômicos motores Iveco FPT de 218 cv e 280 cv, três opções de transmissão (de 6, 9 velocidades e 10 velocidades), três tipos de tração (4×2, 6×2 e 6×4) e quatro distâncias entre-eixos. Há, ainda, uma versão cavalo mecânico, 4×2, para serviços especiais, que pode ser comprada por encomenda.

Com essa nova frota de semipesados, a Iveco disputará todas as possibilidades do segmento de caminhões que mais cresceu (+11%) em 2011, com 60 mil unidades vendidas no País. É também o mais equilibrado, com a presença de todas as montadoras – e no qual a participação da Iveco tem sido crescente. Quando lançou a primeira geração do Tector, em 2008, a marca detinha cerca de 3% de participação nessa categoria; em 2011, fechou com 7,4%. Com a nova geração Tector, a Iveco espera acelerar essa tendência de crescimento. “Nossa meta é crescer, no mínimo, um ponto percentual por ano nos semipesados”, antecipa Alcides Cavalcanti, diretor comercial da Iveco.

A expectativa positiva da empresa também se baseia no fato de que o novo modelo é derivado de um dos mais bem-sucedidos caminhões da história da Iveco no mundo. Chamado Eurocargo, ele é o terceiro modelo no ranking dos semipesados europeus, com market share de 21% (um em cada quatro semipesados vendidos na Europa é um Iveco). Lançado em 1991, e quatro gerações depois, cerca de 500 mil Eurocargos já foram comercializados em mais de 160 países.

O novo Iveco Tector é o terceiro modelo a surgir dentro da nova geração de caminhões Ecoline da Iveco, com a qual a montadora renovará completamente toda a sua gama de veículos no Brasil. Já foram lançadas as novas gerações do Iveco Daily (entre 3,5 a 7 toneladas de PBT) e do Iveco Trakker (caminhões pesados fora de estrada para até 74 toneladas de PBT).

A nova geração Ecoline é fruto do maior trabalho de desenvolvimento realizado pela Iveco fora da Europa, que envolveu mais de dois anos de trabalho, 300 engenheiros e técnicos, 120 protótipos e testes de durabilidade de mais de 5 milhões de quilômetros. “Os novos modelos Iveco são os melhores caminhões Iveco já produzidos no Brasil”, afirma Marco Mazzu.

Novos motores de 218 e 280 cv: Mais potência e menos consumo

O novo Iveco Tector amplia o alto padrão de modernidade e conforto trazidos ao segmento pelo Iveco Tector de 2008 e mantém-se como a referência nesses parâmetros. “Na maior parte dos casos, quem compra um semipesado dirige muito e passa muito tempo dentro do caminhão”, diz Davi Lunardi, diretor da Gama de Semipesados e Pesados da Iveco (é a Gama que determina quais devem ser as especificações do veículo). “Para esse cliente, os fatores fundamentais em sua decisão de compra são potência, dirigibilidade e conforto.”

Para maior potência, a Iveco e a FPT Powertrain, empresa-irmã dentro do grupo Fiat Industrial, escolheram duas novas configurações do confiável motor Iveco FPT NEF 6, de 6 litros, com tecnologia SCR (que exige o Arla 32). A primeira com 218 cv, ligeiramente mais potente que o 210 cv anterior (Euro III) e com idêntico torque de 680 Nm entre 1200 e 2100 rpm a 1200 a 2100 rpm, disponível apenas para as versões Iveco Tector Attack 4×2 (16 toneladas) e 6×2 (23 toneladas).

Já para as versões do Iveco Tector 17, 23 e 26 toneladas, 4×2, 6×2 e 6×4, optou-se por uma configuração que trouxe um salto de 12% em potência, de 250 cv para 280 cv. O torque é o mesmo, mas em calibração especial, desenvolvida no Brasil, obteve-se nova curva de entrega mais plana e mais ampla: enquanto o motor Euro III atingia o pico de 950 Nm aos 1.250 rpm, sua versão Euro V nacional atinge os 950 Nm em uma faixa de 700 rpm, entre 1.250 e 1.950 rpm.

“O resultado é maior elasticidade do motor, que permite uma condução mais tranquila e a manutenção de velocidades médias mais elevadas com menor consumo”, diz Alexandre Serretti, gerente executivo da Plataforma de Leves, Médios e Semipesados da Iveco (é a Plataforma que coordena o desenvolvimento do produto a partir das indicações recebidas pela Gama). “Já o torque em faixa mais ampla melhora as arrancadas, ajuda nas manobras em baixa velocidade e a vencer subidas”, diz Serretti, que complementa: “Com os novos motores, conseguimos reduzir o consumo em até 5% quando comparado aos modelos Euro III.”

As opções de transmissão já usadas no Iveco Tector anterior, a caixa Eaton FS 6306B de seis marchas, a ZF 9S1110 de 9 marchas e a Eaton FTS 16108LL de 10 marchas, todas sincronizadas, continuam modernas e adequadas e foram mantidas. “Mas no novo Iveco Tector adotamos o sistema de engate com H sobreposto para a caixa ZF, que é muito mais confortável e fácil de usar.”

Iveco Tector: O mais confortável veículo de seu segmento

Conforto, aliás, foi outro ponto focal do projeto e as novidades melhoraram o que já era muito bom. O Iveco Tector tem agora a opção cabine leito teto alto, cujo espaço interno ampliado dá grande sensação de bem-estar. “Pedimos a maior cama do segmento, que é inteiriça e amplia o conforto quando comparada às camas bipartidas”, explica Davi Lunardi. Debaixo da cama, há 2,5 m3 de espaço para bagagem, que pode ser acessado pelas escotilhas laterais.

E a suspensão da cabine é nova, com molas helicoidais e amortecedores nos quatro pontos de fixação, o que resultou em melhora de 1,5 ponto na escala de conforto SAE em relação ao modelo Euro III. “O novo Iveco Tector possui o ‘rodar’ mais confortável de seu segmento”, afirma Alexandre Serretti.

O interior foi remodelado. O painel tem design avançado, com destaque para o volante de desenho atrativo, com quatro raios e empunhadura anatômica, regulável em altura e alcance. O painel de instrumentos é bem iluminado e elegante, com computador de bordo e econômetro. O banco do motorista tem regulagem pneumática. A forração dos bancos é em tecido escuro de grande qualidade, com o logo Iveco estampado no encosto. Nas portas e na forração interna, os materiais são agradáveis ao tato. Há porta-objetos em quantidade. Os vidros são elétricos e, do lado do passageiro, há um espelho de aproximação.

Ar-condicionado é de série nos modelos Iveco Tector. São de série também os vidros verdes, vidros elétricos, para-sol externo e climatizador (para cabine leito teto alto). Entre os opcionais, estão travas elétricas, retrovisores externos com acionamento elétrico, rádio CD player MP3. Rodas de alumínio, faróis de neblina, um segundo tanque de alumínio de 300 litros são outros opcionais.

Dentro da nova linha Tector há, inclusive, um modelo muito especial: a versão Iveco Tector Stradale, com tração 6×2, o maior entre-eixos (5.670 mm), cabine leito teto alto, com todos os opcionais de série, mais faróis de neblina e dois tanques de alumínio, para 700 litros no total, mais trava elétrica, espelho retrovisor elétrico e CD player. “É o semipesado ‘top’ do mercado”, compara Lunardi.

Para-choques pretos para o ATTACK e tanques de alumínio para todos

O Iveco Tector Stradale, aliás, ressalta uma característica inerente ao Iveco Tector: externamente, o modelo mantém-se imbatível em personalidade, modernidade e bom gosto. “Nesta nova geração, especificamos o tanque de alumínio de 400 litros para todas as versões, o que deu um brilho a mais no visual do caminhão”, explica Cristiane Nunes, gerente da Gama de Semipesados e Pesados da Iveco, que liderou o time que definiu os conteúdos do produto. “O tanque de alumínio é um dos grandes desejos de todos os motoristas e assim decidimos adotá-lo como de série também na versão Attack”, conta ela.

Cristiane Nunes conta que era necessário, porém, criar diferenças de especificação e acabamento entre as versões Tector e Tector Attack, para personalizar os modelos. “Por fora, a maior diferença está no para-choque, que é preto, sem pintura nos modelos Attack, enquanto são pintados na cor da carroçaria nos demais”. O Attack também não tem para-sol externo.

As diferenças ficam mais evidentes no interior do veículo: o Attack tem painel simples, forrações menos sofisticadas e suspensão de cabine mista: molas atrás, coxins na frente. De série, há o volante regulável em altura e a escotilha de teto. Na versão cabine curta dos modelos Attack (4×2 e 6×2), o banco do passageiro é de dois lugares, para acomodar as equipes urbanas compostas normalmente por motorista e dois ajudantes. A lista de opcionais dos modelos Attack também é mais simples: banco pneumático lado motorista, ar-condicionado e vidros verdes + tanque duplo.

Já o modelo Iveco Tector 6×4 tem sua própria caracterização. Oferecido somente com cabine curta teto baixo, ele é ligeiramente mais alto que os demais e vem com um para-choque preto metálico, mais estreito na altura, que “levanta” visualmente a frente, salientando sua característica de off-road. Seu interior é igual ao do Attack, e o piso da cabine é de borracha reforçada.

Baixo custo de manutenção deriva do projeto do veículo

Outra demanda importante do projeto do novo Iveco Tector foi otimizar os já reduzidos custos de manutenção do modelo. “Esse custo é composto por um conjunto de fatores, como intervalos de manutenção e preço de peças e de componentes etc.”, lembra Mauricio Gouveia, diretor de Pós-Venda da Iveco. “Além da durabilidade garantida pelo desenvolvimento, decisões de engenharia foram adotadas para reduzir os custos de manutenção, como cubos banhados a óleo, ajustador automático das lonas de freio, entre outros”, enumera Gouveia.

Ele acrescenta que a Iveco adotou o óleo sintético para motor, transmissão e eixos, e explica que esse tipo de óleo garante maior proteção aos componentes internos do trem de força, o que aumenta a vida útil dos componentes. Ele também permite trocas mais espaçadas, o que resulta em economia e menor número de paradas de manutenção do veículo. Um exemplo é o óleo do motor, antes trocado aos 40.000 km, agora só é trocado aos 60.000 km. O óleo da transmissão, que tinha intervalo de troca a cada 120.000 km, agora pede intervalos de 800.000 km. A troca do óleo do eixo traseiro passou de um intervalo de 120.000 km para 480.000 km.

“A economia vem pelo número menor de trocas de óleo e pelos intervalos maiores entre as paradas ao longo da vida do modelo, que somadas, resultam em menores custos e maior produtividade”, finaliza Gouveia.

Nomes e especificações das versões

VERSÃO

 

TRAÇÃO

CÂMBIO

ENTRE- EIXOS

CABINE

TETO

VERSÕES

TECTOR 170E22 ATTACK

EATON 6 MARCHAS

3690

CURTA

BAIXO

3 VERSÕES

4815

CURTA

BAIXO

4X2

LEITO

BAIXO

TECTOR 240E22 ATTACK

EATON 6 MARCHAS

3690

CURTA

BAIXO

3 VERSÕES

4815

CURTA

BAIXO

6X2

LEITO

BAIXO

TECTOR 170E28

EATON 6 MARCHAS

3690

CURTA

BAIXO

7 VERSÕES

5175

CURTA

BAIXO

LEITO

BAIXO

ALTO

4X2

5670

CURTA

BAIXO

LEITO

BAIXO

ALTO

TECTOR 240E28

EATON 6 MARCHAS

3690

CURTA

BAIXO

7 VERSÕES

5175

CURTA

BAIXO

LEITO

BAIXO

ALTO

6X2

5670

CURTA

BAIXO

LEITO

BAIXO

ALTO

 

 

 

 

 

 

 

TECTOR 170E28S

ZF 9 MARCHAS

5175

CURTA

BAIXO

6 VERSÕES

 

LEITO

BAIXO

ALTO

6X2

5670

CURTA

BAIXO

LEITO

BAIXO

ALTO

TECTOR 240E28S

ZF 9

MARCHAS

5175

CURTA

BAIXO

6 VERSÕES

LEITO

BAIXO

ALTO

6X2

5670

CURTA

BAIXO

LEITO

BAIXO

ALTO

TECTOR 240E28S STRADALE

6X2

ZF 9

MARCHAS

5670

LEITO

ALTO

1 VERSÃO

TECTOR 260E28

EATON 10

MARCHAS

3690

CURTA

BAIXO

2 VERSÕES

6X4

4815

CURTA

BAIXO

TECTOR TRATOR 170E28 T

EATON 6

MARCHAS

3690

CURTA

BAIXO

3 VERSÕES

4X2

LEITO

BAIXO

ALTO

TECTOR TRATOR 170E28S T

ZF 9

MARCHAS

3690

CURTA

BAIXO

3 VERSÕES

4X2

LEITO

BAIXO

ALTO

TOTAL

41 VERSÕES

mai 18 2012

Caminhões com excesso de carga representam um risco nas rodovias

A falta de fiscalização nas rodovias da região Centro-Oeste Paulista em alguns horários tem gerado um problema que coloca a vida dos caminhoneiros em risco: o excesso de peso nos veículos. Caminhões carregados principalmente de laranjas foram flagrados em situação irregular na Rodovia Castelo Branco na região de Botucatu.

O estado de São Paulo é o maior produtor de laranja do país. Das plantações da região saem toneladas da fruta a cada safra, a maioria vai para a indústria de suco concentrado vendido para o exterior. Nas fazendas em Bofete e Itatinga, a fruta colhida é retirada do campo em caminhões. Quanto mais carga o motorista conseguir levar, mas ganhará pelo frete. Mas, se passar do limite ele pode ser multado.

Para burlar a fiscalização, os caminhoneiros procuram passar pela rodovia depois que os funcionários da concessionária encerram as atividades de pesagem da carga dos caminhões. A carga máxima permitida pelo Código de Trânsito Brasileiro é de 14 toneladas para veículos com três eixos. Mas, as carrocerias de alguns caminhões estão sendo adaptadas, de forma irregular, para carregar mais laranjas.

Dois motoristas confirmam que colegas abusam do peso com esse truque:
Repórter: Num truck cabe quanto? 20, 25 mil quilos?
Motorista: Tem uns gulosos aí que leva até 30 mil quilos.
Repórter: 30 e pouco no truck? No seu cabe quanto?
Motorista: uns 38 mil quilos.

O engenheiro civil Carlos Daré, especialista em pavimentações, alerta que o excesso de peso nos caminhões é o principal responsável pelo desgaste no asfalto das rodovias. E a explicação para o abuso é bem simples.
“Nas nossas rodovias o pedágio é pago por eixo, certo? Então se você diminuir o número de eixos, consequentemente você paga menos pedágio. Só que tem o problema físico, quando você aumenta o número de eixos, você distribui melhor a carga nas rodas. é isso quer tem que acontecer e não está acontecendo”, explica.

Mas, essa economia pode acabar custando caro. O professor de mecânica Bruno Luiz Ayres de Abreu explica que os veículos tem um limite de peso e não estão preparados para receberem o dobro de carga. “O primeiro componente que vai sofrer com o excesso de carga são os pneus, subindo para a suspensão, todo sistema, também o sistema de freios, a própria estrutura, o chassi do caminhão sofre com o excesso de peso e sistema de transmissão e o motor”, ressalta.

E o pior, o exagero pode até causar acidentes. “Uma vez que o veículo está com excesso de carga, o freio vai ser mais solicitado, ou seja, ele vai precisar de uma força de frenagem maior para fazer com que esse veículo desacelere e comece a parar. Quando eu aumento a força de frenagem, consequentemente aumento o atrito entre as peças móveis, no caso a lona e o tambor. quando esse atrito aumenta muito, o calor também tende a aumentar e este ele pode gerar uma fadiga no sistema de freio e quando a fadiga acontece o veículo tem a perda de frenagem e pode causar um acidente”, completa o professor.

Fiscalização

Em nota, a Secretaria de Transportes do Estado informou que atualmente existem 137 postos de pesagem móveis que funcionam seis horas por dia e, 43 fixos que não param. Informou também que planeja instalar 121 novos pontos de fiscalização em rodovias estaduais e que a Polícia Rodoviária auxilia na fiscalização do excesso de peso.

A concessionária que administra o trecho disse que a fiscalização e a aplicação de multa são de responsabilidade do DER e que fornece equipamentos e funcionários. Afirma ainda que a ação seria mais eficaz se a pesagem com balanças móveis pudesse ser feita em qualquer ponto da rodovia.

Já a empresa responsável pela plantação de laranjas na região informou que o transporte do produto das fazendas de Bofete e Pardinho é feito por prestadores de serviço e que eles seriam orientados a não exceder a capacidade dos caminhões.

Vídeo:

Fonte: Tv TEM

mai 18 2012

Scania lança durante Seminário Técnico da NTC&Logística a quarta edição da competição “Melhor Motorista de Caminhão do Brasil”

A Scania lançou ontem (17) durante o Seminário Técnico da NTC&Logística, que debateu os reflexos da Lei 12.619 regulamentadora da profissão de condutor profissional de veículos comerciais, a quarta edição da competição “Melhor Motorista de Caminhão do Brasil”. A ação, organizada pela Scania, tem por objetivos avaliar as habilidades dos condutores brasileiros, contribuir com a segurança nas estradas, valorizar o profissional e promover uma condução que alie eficiência à redução de emissão de poluentes. Os interessados têm até o dia 26 de julho para efetuar sua inscrição em diversos pontos. A lista completa de locais está no site www.melhormotorista.com.br.

O Seminário Técnico da NTC&Logística contou com a presença de mais de 400 convidados, entre empresários, presidentes de associações e de sindicatos do setor do Transporte Rodoviário de Cargas. A Lei 12.619 foi assinada no dia 30 de abril pela presidente Dilma Rousseff e regulamenta a profissão de motorista profissional com vínculo empregatício, cria jornada de trabalho especial para motorista empregado e regula o tempo de direção e descanso de motoristas. O seminário, que teve apoio da Scania, serviu para explicar a nova lei, sanar as últimas dúvidas para a realidade que impactará o dia a dia de condutores e empresários.

“Hoje, comemoramos dois momentos especiais do setor, a nova lei e o lançamento da quarta edição do “Melhor Motorista de Caminhão do Brasil”. Essa parceria entre a NTC e a Scania, no seminário, comprova o quanto valorizamos e nos preocupamos com os condutores”, afirma Roberto Leoncini, diretor-geral da Scania do Brasil. “Os empresários saíram do evento motivados a incentivar seus motoristas a participarem da competição, pois eles se tornarão profissionais melhor preparados e multiplicadores de conhecimento. Além de aumentarem sua conscientização para a prática da direção defensiva nas rodovias”, completa.

Sobre a ação

A competição “Melhor Motorista de Caminhão” foi criada pela Scania em 2003, na Suécia. No balanço geral, a marca já recebeu mais de 100 mil inscrições para o desafio, sendo 60 mil somente no Brasil, que a partir de 2005 passou a integrar os países participantes. O critério de avaliação dos motoristas envolve uma prova teórica, a ser entregue no ato da inscrição, e provas práticas divididas em 24 etapas regionais.

Como participar

O motorista que tiver interesse na competição deve possuir carteira de habilitação categoria E, necessita preencher um formulário, além de responder a um questionário no ato da inscrição. Os participantes serão avaliados por meio de provas teóricas e práticas que abordarão temas relacionados à legislação, preocupação ambiental e à condução responsável, defensiva e econômica.

A edição 2012 será organizada em três etapas com 24 fases regionais em 12 cidades diferentes. Os locais para a realização das finais regionais são respectivamente: Sorocaba, SP (28 e 29 de julho), Ponta Grossa, PR (04 e 05 de agosto), Eldorado do Sul, RS (11 e 12 de agosto), Londrina, PR (18 e 19 de agosto), Sumaré, SP (25 e 26 de agosto), Guarulhos, SP (01 e 02 de setembro), Rio de Janeiro (08 e 09 de setembro), Contagem, MG (15 e 16 de setembro), Vitória da Conquista, BA (22 e 23 de setembro), Jaboatão dos Guararapes, PE (29 e 30 de setembro), Marituba, PA (05 e 06 de outubro) e Rondonópolis, MT (20 e 21 de outubro). A primeira etapa, válida pelo período de inscrição (07 de maio a 26 de julho), servirá para o motorista entregar sua ficha e a prova teórica, formada por questões de múltipla escolha e dissertativas, envolvendo os temas como direção, segurança, equipamentos e legislação.

Na primeira fase, serão classificados os 80 melhores motoristas, por região, num total de 960 escolhidos que disputarão na segunda etapa do concurso as chamadas “finais regionais”. A segunda fase, disputada de 28 de julho a 21 de outubro, ocorrerá em 12 finais de semana, uma em cada região pré-estabelecida, sendo uma prova por dia (sábado e domingo), em total de 24. Cada regional contará com 40 motoristas, que passarão por novas provas teóricas e por provas práticas. Vinte e quatro motoristas estarão na final nacional, que será disputada no período de 25 a 27 de outubro, em São Paulo, em que os finalistas serão desafiados, novamente, por novas provas teóricas e práticas.

Premiação

A Scania e o Sest-Senat disponibilizarão a todos os inscritos na competição, um curso online com o tema “Atendimento Eficaz”, totalmente gratuito. O vencedor da competição receberá um pacote de prêmios, no valor de R$ 30 mil, distribuído em aparelhos eletrônicos, móveis e eletrodomésticos. Além disso, ele ganhará seis mil reais em dinheiro e uma viagem com acompanhante para conhecer a matriz da Scania, na Suécia.

O segundo colocado ganhará uma viagem com acompanhante para um resort no Brasil, além de um jogo de pneus Pirelli com seis unidades, uma jaqueta personalizada Sest Senat e três mil e quinhentos reais em dinheiro. Para o terceiro colocado, são oferecidos uma viagem com acompanhante para um resort no Brasil, uma jaqueta personalizada Sest Senat e dois mil e quinhentos reais em dinheiro. Todos os 24 finalistas ganharão o Treinamento de Motoristas Scania ‘Master Driver’, de 40 horas.

A quarta edição da competição “Melhor Motorista de Caminhão do Brasil” conta com o patrocínio do Scania Banco, Pirelli, Sest Senat, Shell Brasil, Noma do Brasil, Rede Graal e Vale.

Fonte: Assessoria de Imprensa

mai 18 2012

F-Truck: Treinos preparatórios movimentam equipes

Faltando mais de duas semanas para a quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, pilotos e equipes viveram uma quinta-feira (17) de movimentação compatível com a dos fins de semana de corrida. Com sessões de treinos realizadas nas pistas de Interlagos, em São Paulo, e de Londrina, no Paraná, representantes das seis marcas presentes na categoria trabalharam na preparação para a corrida marcada para 3 de junho em Goiânia.

Beto Monteiro, líder da temporada 2012, foi um dos que aproveitaram os treinos em Interlagos. O pernambucano da Scuderia Iveco priorizou a análise do desgaste de freios. “A pista de Goiânia desgasta muito os freios. Além disso a gente aproveitou para testar configurações eletrônicas do motor”, detalhou o piloto, que soma duas vitórias e um terceiro lugar em três corridas. O paulista Valmir Benavides, seu companheiro de equipe, também foi à pista.

A Ford Racing Trucks/DF Motorsport foi à pista com os dois caminhões. O trabalho dos pilotos Danilo Dirani e Pedro Gomes serviu para a equipe sanar dúvidas alimentadas durante os treinos e a corrida de Caruaru. “Chegamos até a pensar que o chassi tinha algum problema por conta do acidente nos treinos da etapa do Rio de Janeiro, embora eu desconfiasse que a chave da questão estava nos amortecedores”, explanou o chefe de equipe Djalma Fogaça.

A suspeita de Fogaça quanto aos amortecedores era fundamentada nas ondulações do asfalto caruaruense. “Hoje, num piso liso, concluímos que o problema era esse. Os amortecedores não combinaram com as irregularidades e os pulos da pista de Caruaru. Aqui nós tivemos um desempenho redondinho, sempre no nível dos mais rápidos. Não temos mais aquela dúvida, acho que vamos nos dar muito bem em Goiânia”, apostou.

O único caminhão Mercedes-Benz na pista em Interlagos foi o de Luiz Lopes. O paulista da ABF Racing Team contou com a consultoria de Wellington Cirino, paranaense que defende a ABF/Mercedes-Benz. “O Cirino, com seus 15 anos de experiência e quatro títulos, trouxe uma ajuda inestimável ao nosso trabalho de acerto do caminhão e de correção dos defeitos”, considerou Lopes. “E fizemos um teste bem proveitoso com os amortecedores”, narrou.

Cirino, que no início do mês conquistou a vitória na etapa de Caruaru, enalteceu o trabalho em grupo. “O Luiz é parceiro no sistema de trabalho da ABF. Como eu não tinha planejado treinar hoje, a pedido da Neusa, vim ver o que posso fazer para ajudar na melhora do rendimento do caminhão dele”, disse o tetracampeão da Truck, citando a presidente da Fórmula Truck, Neusa Navarro, também coordenadora das equipes ABF.

A Scania esteve na pista nos testes desta quinta-feira com Roberval Andrade, piloto da Ticket Car Corinthians Motorsport. “Esse treino serve como aquecimento para a corrida em Goiânia. Estamos buscando uma nova receita de equilíbrio da suspensão, aproveitando as variantes de curvas de alta e de baixa de Interlagos. A ideia é buscar um nível de equilíbrio, mesmo, porque as duas pistas têm muitas diferentes entre si”, observou o piloto.

Recordista de vitórias nas provas da Fórmula Truck em Interlagos, onde venceu em 2004, 2006, 2009 e 2010, Andrade direciona o trabalho dos testes para a etapa de 8 de julho, no autódromo paulista. “Vamos aproveitar e já levar daqui um set up para a etapa de São Paulo. Vou estrear um caminhão novo nesta etapa, e o que tirarmos de bom daqui, no que diz respeito ao acerto, será repassado ao caminhão novo”, antecipou o paulista.

A ABF/Volvo apresentou-se para os testes em Interlagos com seus dois caminhões. “A ideia era conseguirmos fazer uma boa quilometragem, já que é o nosso primeiro treino extra no ano”, disse o paulista Paulo Salustiano, piloto do time. “O problema é que, na minha primeira saída da pista, o motor do meu caminhão quebrou”, lamentou. Ele e seu companheiro de equipe, o argentino Luiz Pucci, passaram a revezar um único caminhão.

Salustiano e Pucci priorizaram, durante o dia de trabalho em Interlagos, o teste de novas pastilhas de freios. “Também estamos fazendo experiência com uma nova turbina. Eu estou muito confiante que o resultado do trabalho de hoje vai nos dar uma condição um pouquinho melhor na corrida de Goiânia. O caminhão tem potencial para andar muito bem, mas precisamos trabalhar duro para fazer esse potencial virar rendimento real”, comentou.

MAN em Londrina

Enquanto Ford, Mercedes-Benz, Iveco, Volvo e Scania dividiram a pista em Interlagos, a RM Competições foi a Londrina para testes preparatórios. A atual campeã da Fórmula Truck, que utiliza caminhões da MAN-Volkswagen, testou na quarta-feira (16) e na manhã desta quinta no circuito paranaense, com os pilotos Felipe Giaffone e André Marques. Adalberto Jardim, da AJ5, outra equipe da marca, também esteve na pista.

“Focamos o trabalho na bomba injetora, experimentamos várias opções”, contou Giaffone. “Mexemos um pouco em chassi, mas o principal foi o trabalho com a bomba. Não melhoramos tudo o que queríamos, ainda não estamos no nível que tínhamos em 2011, mas já melhoramos um pouquinho. As pistas das próximas corridas vão exigir muita potência, o pessoal da Volkswagen vai ter bastante trabalho. O trabalho não para”, comentou.

Fonte: Fórmula Truck

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