Trabalhar como motorista profissional reduz a expectativa de vida

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A Unión General de Trabajadores (UGT), acabou de apresentar na Espanha um estudo sobre a taxa de mortalidade de motoristas profissionais. De acordo com esse estudo, os motoristas tem taxas de mortalidade muito maiores do que a população em geral, e este grupo sofre um número maior de internações hospitalares por causa de doenças cardiovasculares e outros problemas de coração, além de problemas musculares, distúrbios do sono e fadiga excessiva, que estão ligados diretamente ao número de acidentes rodoviários.

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Diante da situação, a UGT enviou um oficio ao órgão de Previdência Social da Espanha, para tentar reduzir a idade para aposentadoria dos caminhoneiro, já que estão sujeitos a uma rotina excedente, perigosa e insalubre.

Na verdade, de acordo com a UGT, os problemas surgem mesmo antes dos 55 anos, que é um diferencial significativo e diminui consideravelmente o desempenho ao volante, piorando a segurança nas estradas. Assim a UGT justifica o pedido de redução de idade para aposentadoria dos caminhoneiros.

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O pedido está tramitando perante as leis da Espanha, e a UGT deve ter uma resposta em breve.

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