Operadores logísticos adequam processos de gestão e entregas para superar crise da Covid-19

por Blog do Caminhoneiro

Com a crise da Covid-19, os operadores logísticos, que não podem parar por ser uma atividade essencial, estão tendo de adequar seus processos de gestão e até de entregas, para superar os desafios deste período.

Para manter sua equipe em atividade durante a pandemia, a Pacer Logística teve de modificar inicialmente as rotinas e o ambiente de trabalho, com maior espaçamento entre os funcionários, janelas abertas, distribuição de álcool em gel, estimulando home office para algumas funções ou caronas e horários diferenciados para evitar aglomerações.

Além disso, a empresa antecipou as férias de colaboradores de grupos de risco ou que têm familiares nesta condição em suas casas.

Ao mesmo tempo, a Pacer buscou equilibrar as medidas de proteção à saúde das pessoas com a preservação da saúde financeira da empresa.

“Priorizamos os recursos para a manutenção dos empregos e pagamento de fornecedores vitais para a operação. Com outros negociamos, um a um, formas de alongamento dos pagamentos. E os investimentos não essenciais foram congelados”, diz Luciano Guedes, vice-presidente da Pacer.

Como o Brasil já vinha passando por sua mais longa crise econômica desde 2014, a Pacer manteve a estratégia de valorizar os profissionais essenciais para a operação. “Estes são os talentos mais caros, porém, são também os mais eficazes na resolução rápida de problemas, na condução das equipes, nas tratativas junto a clientes e também em apresentar ideias novas”, conta Guedes.

Evidentemente, ainda por conta da crise, a Pacer teve de reduzir alguns custos, sem afetar a produtividade da empresa nem deixar de atender às necessidades dos clientes.

“Também é preciso reduzir momentaneamente alguns custos fixos, juros e recorrer ainda mais a alguns pilares da logística, como a consolidação de cargas ou reprogramação de entregas, com a concordância dos clientes, sem causar danos às suas operações”, relata o executivo.

No campo comercial, a Pacer tem conseguido ampliar sua atuação em alguns contratos. “Como somos muito atuantes em telecom e este é um setor estratégico para o país, principalmente em momentos de crise, esperamos mitigar ao menos em parte os impactos desta pandemia”, acredita Guedes.

Para completar, a Pacer está buscando, junto às instituições financeiras, recursos para manter os investimentos importantes, de modo que a empresa possa estar preparada para atender a uma demanda maior quando houver uma retomada da economia.

“Acreditamos que, quando tudo isso passar, vamos mostrar ao mundo, mais uma vez, que a resiliência dos empreendedores brasileiros é maior que a de qualquer vírus”, afirma o vice-presidente da Pacer.

COMENTAR

QUER ENTRAR EM CONTATO COM O BLOG DO CAMINHONEIRO? ENVIE UMA MENSAGEM CLICANDO NO NÚMERO ABAIXO

042-3532-4235

Artigos relacionados

Escreva um comentário