Compra de implementos por consórcio é opção para renovação de frota

por Blog do Caminhoneiro

O bom desempenho das vendas de implementos rodoviários no Brasil em 2021 gerou um impacto extremamente positivo para o segmento de consórcios. A venda de cotas para aquisição de veículos pesados cresceu mais de 60% na comparação com 2020, ultrapassando os R$ 35 bilhões em créditos.

Uma das empresas que se destaca nesse segmento é o Consórcio Librelato, que comercializou mais de R$ 273 milhões em créditos em 2021. A meta para 2022 é elevar o valor em 16%, chegando em R$ 322 milhões em créditos vendidos.

“Por meio do consórcio, o cliente consegue se programar e adquirir o produto com uma condição muito melhor, sem pagar juros e com taxa de administração de cerca de 0,14% ao mês”, explica Manuel Bernardo, gerente comercial do Consórcio Librelato, que possui grupos com prazos de até 100 meses e créditos que variam de R$ 84 mil a R$ 336 mil.

O consórcio se torna uma opção muito atraente para renovação de frotas, principalmente para aquelas empresas que buscam manter a idade média dos veículos baixa, conforme citado por especialistas no segmento, que dizem que o ideal é fazer a renovação dos veículos de forma regular em um período entre cinco e oito anos. Além das questões de segurança e produtividade, ter uma frota nova significa investir em produtos tecnologicamente atualizados, que podem trazer vantagens, como o consumo mais eficiente de combustível.

Apesar desses indicativos, a idade média dos caminhões em circulação no Brasil é de 11 anos e dez meses, segundo dados da edição 2021 do Relatório da Frota Circulante, produzido pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

“Esse é um dos motivos que nos levam a acreditar que as vendas do setor de implementos rodoviários vão estar aquecidas em 2022. Existe uma grande quantidade de carretas e caminhões que precisam ser renovados. A frota brasileira é antiga, então, a troca será necessária, não tem como fugir disso”, avalia Bernardo.

Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro

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