Governo Federal quer congelar preços dos combustíveis para evitar alta gerada pela guerra na Ucrânia

por Blog do Caminhoneiro

O ataque russo à Ucrânia tem movimentado o mercado internacional em muitos aspectos, impactando os valores de diversos produtos. Entre eles, um dos que mais tem sentido os impactos do movimento militar na Ucrânia é o petróleo, que tem atingido valores superiores aos US$ 120 por barril.

Para evitar que essa alta chegue ao mercado nacional, o Governo Federal quer congelar temporariamente o preço dos combustíveis diretamente na Petrobras, evitando o repasse das altas.

De acordo com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, a medida está sendo tomada devido à situação excepcional da guerra. “Estamos tomando medidas porque é algo anormal. O barril do petróleo saiu da casa dos US$ 80 para US$ 120 dólares”, destacou Bolsonaro.

A diferença de valores, segundo apurado, poderá ser paga pela própria Petrobras, que teve lucro recorde no ano passado. Para analistas de mercado, a Petrobras poderá ter grandes prejuízos, já que adquire combustíveis em dólar no mercado externo, pagando os preços internacionais, e no caso da intervenção nos preços, vendendo por valores mais baixos.

Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro

1 comentário

Vinícius 09/03/2022 - 19:51

Incompetente teve 3 ANOS para investir parte dos lucros exorbitantes que a Petrobras ganhou com os reajustes para construir novas refinarias preparadas para beneficiar óleo do Pré Sal, mas não fez e não vai fazer nada!
E por culpa dessa má gestão hoje temos um parque de refino escasso e sem preparo tecnológico para refinar e beneficiar o óleo do Pré Sal, mais pesado e viscoso, porém de ótima qualidade. É a mesma coisa que estar morando em cima de uma mina de ouro mas não poder usufruir dela por não ter os recursos pra extrair e transformar as pepitas de ouro em barras! Resultado: dependemos de importações e de serviços de beneficiamento de petróleo de estrangeiros! Bonito hein?
Deus queira que o Bolsonaro saia do cargo no final do ano por que mais 4 anos com o Collor 2.0 não dá!

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