International CatalIST – O supercaminhão da Navistar

No ano de 2016, o Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciou os resultados um programa de aprimoramento da eficiência de caminhões nos Estados Unidos iniciado em 2009, chamado de SuperTruck, levando as montadoras a desenvolverem veículos visando aprimorar e desenvolver tecnologias de redução de consumo de combustível e de emissões.

Dentro desse programa, em setembro de 2016, foi apresentado o International CatalIST SuperTruck, que teve uma melhora de eficiência total de 104% na comparação com o veículo de controle do governo norte-americano.

O nome do veículo vem de CATAL e IST (International SuperTruck), traduzido literalmente significa catalisador. Na época do lançamento, a montadora destacou que o conceito “CatalIST” reforça a convicção da empresa de que as inovações alcançadas por meio do programa servirão como catalisador para melhorias significativas em futuros veículos comerciais.

“As melhorias significativas do CatalIST na eficiência de frete, alcançadas com o apoio do programa SuperTruck do Departamento de Energia dos Estados Unidos, demonstram um tremendo potencial de redução no consumo de energia da indústria de caminhões. Além disso, várias das inovações tecnológicas que alcançamos por meio do programa já estão sendo implementadas em veículos de produção hoje”, disse Mark Stasell , vice-presidente de Desenvolvimento de Produto.

O caminhão era baseado na linha de caminhões comerciais da montadora, mas trazia diversas modificações para ser mais aerodinâmico, e oferecer um queima melhor do combustível dentro das câmaras de combustão.

Além disso, o caminhão já contava com câmeras substituindo os espelhos retrovisores tradicionais, novos faróis com iluminação em LED, novo parabrisa, desenvolvido em formato mais inclinado e curvo, e carroceria com peças de fibra de carbono, reduzindo o peso total do conjunto.

Outras mudanças foram na suspensão dianteira e traseira mais leves, que aproveitam ligas leves com materiais compostos, reduzindo o peso e permitindo um sistema eletrônico de controle de altura de deslocamento, que abaixa e inclina o caminhão de acordo com a velocidade, para melhorar a aerodinâmica.

Com as mudanças, o consumo de combustível foi reduzido significativamente, em relação aos modelos de referência, que foram fabricados em 2009.

Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro

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