Grupo Volvo tem compromisso com o meio ambiente e o transporte sustentável

linha volvo 2015

O Grupo Volvo mantém um forte compromisso com um futuro sustentável para o planeta. Respeito ao meio ambiente é um valor fundamental da marca, ao lado da segurança e da qualidade. Tudo o que a Volvo faz, desde o desenvolvimento de um veículo, até seu uso e futuro descarte tem uma profunda preocupação em diminuir ao máximo possível o impacto ambiental.

“Se somos parte do problema, devemos fazer parte da solução”, afirma Lars Martensson, diretor de meio ambiente da Volvo Trucks. Desde sua fundação, há 88 anos, a Volvo adotou práticas que privilegiam o ser humano e o meio ambiente. “Constantemente investimos em tecnologias, veículos e serviços inovadores que resultem em soluções de transporte sustentáveis”, diz o executivo.

“O Grupo Volvo tem uma política ambiental em âmbito mundial, caracterizada por uma visão holística, de melhorias contínuas, desenvolvimento técnico e o uso eficaz dos recursos”, declara Solange Fusco, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina. “É essa política que norteia estratégias, ações táticas e metas em todos os países onde atuamos. Nosso esforço está centrado em reduzir o impacto ambiental causado pelas atividades produtivas e também pelos produtos Volvo”, complementa Solange.

De olho no esgotamento das fontes de energia fósseis, a Volvo vem constantemente aperfeiçoando seus caminhões, ônibus e equipamentos de construção para que tenham o máximo de eficiência energética. Especificando os veículos corretamente e desenvolvendo trens de força e chassis adequados a cada operação, a empresa inova fornecendo caixas de câmbio que diminuam o consumo de combustível e maximizem o desempenho do motor. É o caso da I-Shift, a mais inovadora caixa de câmbio eletrônica desenvolvida para veículos comerciais.

Paralelamente, desenvolve motores capazes de emitir cada vez menos gases e ter o máximo de eficiência energética, e ainda outros para rodar com combustíveis alternativos e renováveis. A Volvo já exibiu sete caminhões movidos a combustíveis alternativos (biodiesel, biogás, biogás com biodiesel, etanol/metanol, DME, diesel sintético e gás de hidrogênio combinado com biogás) para que possam, no futuro, substituir em alguma medida os veículos a diesel.

Outra importante ação da Volvo são os veículos híbridos. Milhares de ônibus movidos a eletricidade e a diesel já rodam em diversos países de vários continentes, inclusive no Brasil. É em Curitiba, sede latino-americana da marca, que está localizada a segunda fábrica de chassis de ônibus híbridos da Volvo. Na Europa, alguns modelos de caminhões já são comercializados com a opção híbrida, voltados principalmente para operações urbanas, mais adequadas a esta tecnologia.

Também na área de ônibus, a Volvo é líder em sistemas eficientes de transporte de massa, como ocorre nos BRTs (Bus Rapid Transit), os conhecidos sistemas organizados de transporte coletivo urbano, que usam vias exclusivas e chassis de alta capacidade, a exemplo dos articulados e biarticulados. A empresa é líder no fornecimento de biarticulados para os principais BRT’s na América Latina – Curitiba, Transantiago (Chile) e Transmilenio (Bogotá).

Fábricas verdes

“Fomos também os primeiros a ter uma fábrica do setor automotivo livre de emissões de dióxido de carbono (CO2), inaugurada em Ghent, na Bélgica, já em 2007”, lembra Martensson. A unidade fabril de Tuve, na Suécia, também alcançou o status de isenta de emissões, assim como a planta sueca de Umea, e a de Braas, que fabrica equipamentos de construção. “Além de veículos que emitam menos gases poluentes, queremos ter fábricas ambientalmente corretas”, observa o diretor.

As fábricas de Ghent, Tuve e Umea passaram por uma grande reformulação, com a instalação de turbinas eólicas, geração de eletricidade “verde” e instalação de janelas no teto para aumentar a iluminação natural. Pisos e paredes foram pintados em cores claras para reduzir a necessidade de iluminação artificial e poder desligar as luzes durante o dia. Combustível de biomassa peletizada fornece parte das necessidades de aquecimento.

O cuidado ambiental está presente em todo o ciclo de vida dos produtos da marca. O FH, o caminhão mais vendido da Volvo, é um veículo com índice de reciclabilidade de cerca de 90%, um percentual extremamente elevado.

Volvo investe em caminhões movidos a combustíveis alternativos

Os combustíveis alternativos são um importante braço da política da Volvo de buscar maior eficiência energética com o menor impacto ambiental possível. “Não existe fonte de energia única capaz de substituir o petróleo”, afirma Lars Martensson, diretor de meio ambiente da Volvo Trucks. Estes novos combustíveis e os trens-de-força correspondentes colocam a Volvo na vanguarda em soluções de transporte ambientalmente corretas e que garantem a rentabilidade do transportador.

Já em 2007 a Volvo havia apresentado sete caminhões com motores movidos a combustíveis alternativos, de origem não-fóssil, mostrando que a companhia oferece soluções possíveis de serem implementadas em todos os mercados, dependendo das necessidades de cada um. “Atualmente, a Volvo estuda três alternativas especialmente interessantes”, diz Martensson: Metano, (Gás Natural ou GNL), HVO e DME. O HVO é um diesel sintético, que pode ser usado com nossa tecnologia atual.

É possível substituir uma proporção de diesel por gás metano, hoje o combustível alternativo mais acessível. É relativamente barato em muitos mercados e oferece ganhos em emissões de particulados e de dióxido de carbono. Esta é uma grande vantagem, pois as regulamentações ambientais em áreas urbanas, por exemplo, cada vez mais exigem transporte com o menor impacto ambiental possível. O caminhão Volvo metano-diesel já foi inclusive introduzido comercialmente no Reino Unido, Suécia e nos Países Baixos.

Já o GNL (Gás Natural Liquefeito) é especialmente adequado para tráfego regional e rotas de longa distância. No Brasil, por exemplo, a Volvo está testando um caminhão movido a GNL para lançamento no mercado local. Sua combustão é inodora e contém um nível muito baixo de partículas tóxicas, proporcionando uma redução dramática de emissões.

Outra grande aposta da Volvo é o DME, o dimetil éter, um gás manuseado em forma líquida sob baixa pressão que é produzido pela gaseificação de biomassa. “É a melhor opção do ponto de vista ambiental, proporcionando 95% menos emissões de dióxido de carbono. Comparando-o com outros combustíveis, oferece um aumento na eficiência energética com potencial para substituir 50% do diesel atualmente usado no transporte rodoviário pesado até 2030 na Europa.

“Mas existe um limite para a produção de biocombustíveis. No futuro, iremos precisar de mais de um tipo de combustível”, observa o diretor, informando que a produção em escala de biodiesel na Europa, por exemplo, substitui apenas 3% do consumo de diesel. Por isso a Volvo aposta também em outras soluções inteligentes de transporte, como veículos elétricos e híbridos e até outras alternativas mais a longo prazo, como estradas elétricas e o Platooning, comboios de veículos conectados eletronicamente entre si.

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A Volvo já é líder em eletromobilidade em ônibus em operação. E já tem uma solução híbrida para caminhão, com o FE, o primeiro híbrido paralelo da Volvo Trucks que reduz o consumo de combustível e as emissões de dióxido de carbono em até 30%.

Volvo aposta em eficiência energética para melhorar transporte e preservar meio ambiente

Líder mundial em soluções de transporte ambientalmente corretas, o Grupo Volvo vem investindo maciçamente em eficiência energética para melhorar ainda mais a operação dos caminhões da marca. Num planeta com crescente esgotamento das fontes de energia fósseis, a Volvo escolheu uma abordagem holística, e mantém um amplo programa para oferecer várias opções do que há de mais inovador e avançado em tecnologias e serviços nesta área.

“Cada gota conta”, afirma Lars Martensson, diretor de meio ambiente da Volvo Trucks, referindo-se às cada vez mais exigentes demandas do setor de transporte no que se refere ao consumo de combustível. Ele informa que a elevação do padrão de vida em economias emergentes e a demanda crescente no comércio global, inclusive o e-commerce, que se expande de 20% a 30% anualmente, estão impulsionando dramaticamente o transporte, tanto de entregas urbanas como o de longa distância. “Se nada for feito, esta melhoria no padrão de vida, em combinação com a globalização, pode dobrar o consumo de energia no planeta nos próximos 30 anos”, afirma o executivo.

Com a escalada nos preços dos combustíveis, o diesel chega a representar de 40% a 50% dos custos operacionais do transportador em operações de longa distância em alguns mercados, como o Brasil, por exemplo. “Independente da fonte de energia, o uso eficiente do combustível é o fator mais importante para buscarmos um futuro sustentável”, destaca o diretor. “O respeito ao meio ambiente é um valor fundamental da Volvo. Nosso compromisso é lançar não só produtos com menor impacto ambiental, mas buscar um planeta sustentável”, diz Solange Fusco, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina.

Perseguindo esta eficiência, o foco da Volvo é desenvolver inovadores trens de força e buscar combustíveis alternativos. “Melhorias pequenas no consumo têm resultados positivos enormes na rentabilidade do transportador e na redução do impacto ambiental”, observa Claes Nilsson, presidente do Grupo Volvo América Latina. E a Volvo está na vanguarda nesta área. A começar por ter a melhor especificação em veículos. A caixa de câmbio I-Shift é um exemplo de extremo sucesso.

A inovadora transmissão da Volvo foi desenhada e projetada para economizar combustível, numa média de 3% na comparação com a caixa manual. Basicamente, a I-Shift usa sua inteligência embutida para, rápida, automaticamente e sem falhas, escolher sempre a melhor marcha para cada momento, dia após dia, melhorando o desempenho do caminhão e dos motoristas.

Agora, mais recentemente, a Volvo inovou mais uma vez, introduzindo o I-See, um espetacular sistema que lê a topografia da estrada e memoriza, para tornar mais eficiente a troca de marchas, melhorar o desempenho do caminhão e poupar combustível. Conectado diretamente com a caixa I-Shift e quando o piloto automático está ligado, este dispositivo memoriza desde leves até as mais pronunciadas inclinações e diferenças de altitude reais da estrada. As informações ficam armazenadas na memória do veículo e são utilizadas oportunamente para otimizar a troca de marchas. O I-See é o único sistema do gênero no mercado que faz a medição das rodovias em tempo real, não dependendo de mapas e, portanto, sendo a tecnologia mais confiável.

Já o Dynafleet, sistema pelo qual o transportador obtém relatórios de desempenho com os perfis do veículo e dos motoristas, facilita muito o acompanhamento individual do consumo de combustível e de emissões. Vincular os relatórios de desempenho em combustível às metas pessoais é também uma excelente maneira de motivar os motoristas.

A Volvo ainda mantém na Europa um “Conselheiro em Combustível”, serviço que contempla a figura do Fuel Advisor, um técnico que analisa a utilização do caminhão e fornece conselhos sobre como economizar combustível. Também é possível obter um kit de ferramentas para gestão de combustível (Fuel Management Tool Box) na internet, onde o usuário tem acesso a conselhos e a pesquisas para ajudá-lo a se manter informado. Além disso, existe o Conselheiro em Combustível on- line (Fuel Advice Support), um help desk que fornece suporte via e-mail para melhorar a eficiência em combustível.

Uma tendência em conectividade no transporte na qual a Volvo já está investindo é o Platooning, comboios de veículos conectados eletronicamente entre si. O controle e a supervisão do pelotão é do motorista do veículo líder. Os demais não precisam mais se preocupar com a direção, podendo relaxar e fazer outras tarefas. São inúmeros benefícios, como diminuição do consumo de combustível e de gases, aumento da segurança e redução de congestionamentos. Como não há ligação física entre os veículos, eles podem sair do pelotão a qualquer momento.

Outra importante aposta da Volvo é o SuperTruck, projeto realizado em cooperação com uma série de universidades e fornecedores. O objetivo é aprimorar significativamente a eficiência da movimentação de cargas e reduzir o consumo de combustível e as emissões de CO2. “A aerodinâmica e a eficiência na conversão de energia são duas áreas com grande potencial para melhorias”, finaliza Martensson.

Melhorias no consumo de combustível e avanço tecnológico nascem do foco da Volvo no cliente

As constantes inovações que tornam os caminhões Volvo os mais eficientes e rentáveis do mercado são resultado do foco da marca no transportador. “O cliente está no centro de todos os nossos desenvolvimentos”, afirma Nilton Roeder, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina.

Ele lembra que um salto importante em eficiência em transporte foi dado recentemente, com o lançamento da nova linha de caminhões.

Somente as novidades introduzidas no FH podem gerar uma economia de combustível de até 8% – índice que proporciona um impacto enorme no transporte, uma vez que o combustível representa cerca de 40% dos custos operacionais do cliente. Muito desses ganhos são fruto da otimização dos softwares e de importantes componentes ligados ao veículo.

Esses novos softwares conseguiram, por exemplo, reduzir em até 20% o consumo de Arla 32, o aditivo do sistema de tratamento de gases de escape do motor da Volvo. Agora, o compressor do motor tem um mecanismo muito simples de embreagem que é acionado somente quando for preciso carregar os tanques de ar.

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Outros dois avanços relacionados ao motor também aumentam a eficiência: um novo alternador, que diminui o consumo de energia no caminhão, poupando-a para situações onde possa ser mais útil e adequada, e um controlador de marcha lenta, mecanismo com resultado direto na diminuição do gasto com combustível e na extensão da vida útil do motor.

Mais configurações

“Aumentamos também a oferta de configurações do caminhão, oferecendo, assim, um produto mais adequado para a operação do transportador”, observa Roeder. A Volvo produz agora o FH cavalo mecânico 8×2, uma solução que vem sendo cada vez mais adotada pelos transportadores em virtude de suas enormes vantagens: alta carga líquida (muito próxima ao bitrem); tração simples; uso de dois documentos (ao invés de três do bitrem, bitrenzão e rodotrem); uma carreta de três eixos simples e fixos; menos pneus rodando (24, ao invés de 26) e ainda o fato de não precisar de uma AET (Autorização Especial de Trânsito) para viajar.

Outra novidade é a I-Shift fora-de-estrada, especialmente desenvolvida para as aplicações severas, como mineração, cana-de-açúcar, madeira e terraplenagem, entre outras. Seus componentes são mais robustos e projetados para esse fim. “Isso significa grandes ganhos em economia de combustível e maior produtividade nestes tipos de aplicações”, diz o diretor.

A Volvo decidiu também lançar o VM com a caixa de câmbio I-Shift, que atualmente já equipa 70% desta linha de caminhões. Relatos de alguns transportadores que usam os VMs com caixa I-Shift informam que alcançaram cerca de 10% de economia de combustível. O VM ainda ganhou novas configurações, passando a ter as versões 8×2 e 8×4 de fábrica, que têm se destacado em aplicações com maior carga líquida transportada. “Tudo nas novas linhas F e VM foi pensado para maximizar os benefícios e minimizar os gastos desnecessários”, finaliza Roeder.

Inovações para melhorar a eficiência de combustível vão além das novas tecnologias

A Volvo é líder global em soluções para aumentar a eficiência dos combustíveis nos veículos que produz. Mas seus avanços para garantir um transporte rentável para o cliente com o menor impacto ambiental possível vão além das novas tecnologias que introduz em sua linha de produtos.

“Não basta oferecer produtos de ponta. É necessário que tenhamos o veículo correto para cada aplicação do transportador”, afirma Nilton Roeder, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo América Latina. Ele se refere, por exemplo, a um departamento inteiro que a Volvo mantém trabalhando exclusivamente nesta área: “A Engenharia de Vendas é formada por uma equipe de engenheiros altamente especializados em veículos comerciais, preparados e disponíveis para ajudar o dono do caminhão a encontrar a solução de transporte mais adequada para a sua aplicação”, diz o executivo.

A Volvo foi a pioneira no mercado brasileiro a oferecer uma entrega técnica completa de veículos aos seus proprietários ou aos motoristas. Lançada há 15 anos, esta área já soma mais de 25 mil transportadores atendidos, na fábrica e na rede de concessionários. A entrega técnica contempla treinamentos teórico e prático, test drive, visita à fábrica, além da limpeza e revisão de entrega do caminhão. Por mês, são recebidos no CEV (Centro de Entregas Volvo), em média, 400 motoristas vindos de todas as regiões do País. Na Volvo, o motorista tem a oportunidade de ser o primeiro a dirigir o caminhão. Ele recebe ainda um treinamento que demonstra como obter o máximo desempenho e lucratividade dos caminhões.

Treinamento

Outro importante programa da Volvo que colabora decisivamente nesta área é o Treinamento de Motoristas. “Nós temos dedicado aos motoristas a oportunidade de expandir suas competências, melhorar seu conhecimento sobre o veículo e mudar os patamares no que s e refere a treinamento”, declara. O objetivo deste programa é reduzir o custo operacional do transporte por meio da redução do consumo de combustível, diminuir os riscos de acidentes nas estradas, melhorar o ambiente de trabalho e aumentar o conhecimento dos motoristas.

Na mesma linha de focar o motorista e a operação de transporte, a Volvo criou o Transformar, um revolucionário programa baseado no gerenciamento de riscos da viagem e executado levando-se em consideração o cotidiano do condutor do veículo.

“O Transformar associa teoria e prática, tornando o motorista um profissional mais completo, apto a gerenciar riscos, contribuir para amenizar o número de acidentes e também aprimorar a gestão e a imagem das transportadoras”, observa o diretor.

Roeder cita ainda o Monitor, um programa cujo objetivo é fornecer ferramentas e aprimorar conhecimentos sobre condução econômica e segura. É um treinamento destinado aos profissionais responsáveis pelo preparo dos motoristas que atuam nas grandes frotas, como multiplicadores deste importante conhecimento. Durante três dias, os monitores de frota recebem conteúdos sobre condução econômica e segura, além da prática em caminhões.

Conectividade

A nova linha de caminhões ampliou consideravelmente a conectividade como uma importante ferramenta para aumentar a eficiência no transporte. Os caminhões atuais da Volvo permitem melhor gestão da operação por meio do monitoramento remoto e de um planejamento de serviços customizado. O Dynafleet, por exemplo, verifica em tempo real como está o consumo de combustível da frota. Com seus relatórios, é possível ver qual a melhor e a pior média de consumo da frota, onde quer que os caminhões estejam.

“Já o Driver Eco Coaching é uma função on board que indica ao motorista como conduzir o caminhão economicamente”, destaca o executivo. Este monitoramento da condução do motorista é constante, comparando-a com a direção ideal para cada momento da topografia e da estrada. Quando o condutor toma alguma atitude anti-econômica, aparecem dicas no painel indicando o que ele deveria fazer naquele momento para manter a direção econômica.

A Volvo também investe em combustíveis alternativos no Brasil. É a primeira marca a testar no País um caminhão movido a GNL (Gás Natural Liquefeito) e a diesel. O veículo é movido com cerca de 70% de GNL e o restante a diesel. “Esta é uma tecnologia viável. Os primeiros caminhões movidos a GNL fabricados pela Volvo já estão circulando com sucesso na Europa e nos Estados Unidos. O gás liquefeito é uma importante alternativa para os atuais combustíveis”, ressalta Roeder.

Os testes com o caminhão iniciaram em fevereiro de 2013, em parceria com a White Martins, e os resultados são muito satisfatórios. O modelo diesel-GNL oferece o mesmo nível de confiabilidade operacional aos caminhões que o apresentado pelo motor diesel convencional. A dirigibilidade também é similar.