Procura por caminhões bicudos ainda é alta na Europa

É o caso da Vlastuin Truckopbouw, empresa sueca que é muito conhecida por realizar esse tipo de conversão na Europa. A empresa usava caminhões Scania da linha PGR, e adaptava o capô do modelo T124, fabricado até 2005. O design se encaixava muito bem nessa adaptação.
Porém, em 2016 a Scania apresentou a nova linha, com um design totalmente novo para a nova geração, batizada de NTG. Logo após o lançamento, a Vlastuin Truckopbouw apresentou o primeiro modelo convertido, um Scania S730.

Cada unidade fabricada pela Vlastuin custa mais de 220 mil Euros, valor bastante acima do praticado no mercado europeu para um modelo frontal zero quilômetro.
Apesar de ainda existir essa demanda por caminhões bicudos, os modelos não podem ser usados com todos os tipos de implementos, e não são práticos para alguns tipos de serviço.
Essa unidade é a quinta NTG bicuda comprada pela A&M Commercials, que não usa os caminhões, mas os revende para outros clientes do Reino Unido. Devido às legislações do país, o volante do caminhão é à direita.
Design alinhado com a nova geração

É o caso da Brevet Carrosserie, da França, uma das primeiras empresas que apresentou um Scania da nova geração bicudo, mas com o capô antigo. Ficou estranho.


Na Europa tudo bem frontais, mais o Brasil é muito melhor em questão de espaços até mesmo em locais de manobras. Não deveriam ter acabado com os bicudos, eles proíbem os bicudos por questão do tamanho e logo em seguida liberam os 30 metros. é difícil.
Caminhão frontal nunca deveria ser único em nosso país pois a engenharia eh mto ruim…os caminhões brasileiros são cheios de defeitos de fabrica..se nós tevessemos a segunda opção ou seja caminhões bicudos certamente o mercado de caminhões frontal seria bem inferior no mercado atual .aliás o frontal aq no Brasil soh teve sussesso por conta de leis oportunista aprovadas por quem não entende do assunto…